BLOG DO ALEX MEDEIROS

24/05/2019
Dilma Rousseff a um passo da cadeia

O ex-ministro da Fazenda de Lula e da Casa Civil de Dilma, Antonio Palocci, disse em delação premiada que o dono do BTG, o banqueiro André Esteves, bancou R$ 5 milhões para cobrir custos da campanha da petista Dilma Rousseff à Presidência da República, em 2010.

A contrapartida seria o governo petista transformar Esteves no "banqueiro do pré-sal". Palocci disse aos policiais federais que Dilma e a cúpula do governo aceitaram a negociação. Esteves não quis se manifestar à imprensa.

A história contada por Palocci, negada por alguns dos citados, consta do termo de colaboração 7 do conjunto de histórias que compõem a delação que tramita em Curitiba e serve como base para investigação de desvios na Petrobras.

O documento tem data de 17 de abril de 2018 e trata de operações financeiras relativas ao financiamento da construção de navios-sonda que atuariam nos campos de petróleo em alto mar.

Segundo Palocci, em 2010, antes das eleições presidenciais, quando atuava na coordenação da campanha de Dilma, ele procurou os principais bancos do país com o objetivo de fazer a estruturação financeira da operação do pré-sal.

O ex-ministro disse à PF que as conversas com todos os bancos foram feitas em "tons republicanos", "exceto com o BTG", com o qual eram "mais fluidas". Ele também cita Bradesco e Santander.

De acordo com o documento de delação, Palocci afirma que foi feito um chamamento público para as instituições bancárias apresentarem projetos de engenharia, e o banco Santander demonstrou forte interesse no assunto.

Embora não houvesse ainda contrato do pré-sal, a ideia era aproveitar o esforço na cobrança de valores para a campanha presidencial. Diz Palocci que tratou de doações com Santander, BTG e outros bancos para a campanha de 2010, último ano do segundo mandato de Lula.

       



24/05/2019
O supremo preconceito

O Superior Tribunal Federal iniciou votação que deverá criminalizar a homofobia como racismo.

Como se sabe, o racismo é o preconceito contra uma raça ou um grupo étnico. E é um crime classificado de hediondo e inanfiançável.

O sufixo fobia (do grego phobos, que significa medo, pavor, pânico...) está presente em todas as patologias psicológicas, nos temores mais variados.

Dizem que todo mundo tem medo de alguma coisa, por mais estranho e bizarro possa ser o objeto que assusta. Dizem que mais de 99% das mulheres sofrem de catsaridafobia (o medo de baratas); e há muitos machos tremendo com ptesiofobia (o medo de viajar de avião).

Toda fobia é, portanto, uma doença. E pra mim está muito claro que a homofobia não é um medo ou um temor (particularmente nunca temi nem temo homossexuais e suas variantes da biologia, da libido ou das taras).

Mas quando o Supremo aceita a condição técnica e etimológica da homofobia, está julgando um sentimento de medo, de pavor, de temor, ou seja, uma patologia. E nenhuma patologia foi até hoje tratada como crime.

Na verdade, o termo homofobia tem sido uma palavra de ordem da ideologização comandada pela militância do movimento gay. E se ela não tem significado de preconceito, então que os doutores da alta corte encontrem no seu cabedal de conhecimento geral um sufixo para ódio e preconceito.

O que está para ser decidido é transformar em crime a aversão que boa parte da sociedade tem a uma bandeira politiqueira que só prejudica, em seu radicalismo ideológico, um comportamento pessoal que precisa, sim, ser respeitado por todos.

Eu não tenho fobia por ninguém, porque pessoas não me metem medo. E sei que homossexuais não são uma raça e nem um grupo étnico. Pois se assim fosse, os heterossexuais teriam que ser também. O Supremo precisa achar um sufixo que represente o preconceito aos dois.

E depois criminalize quem odeia ambos.

       



Veja o video:

24/05/2019

       



24/05/2019
A Assembleia do RN bem que poderia copiar

Um projeto de lei quer proibir a promoção do servidor público que responde a processo por crime de violência doméstica contra a mulher, previsto pela Lei Maria da Penha.

Na ideia do autor, o deputado do PT carioca Waldeck Carneiro, a progressão de carreira servidor agressor ficaria suspensa enquanto o processo criminal não for finalizado.

O texto do PL foi publicado no Diário Oficial do Rio de Janeiro ontem (23) e começou a tramitar na Assembleia Legislativa local (Alerj). 

Caso o servidor seja condenado com a sentença transitada em julgado - quando não cabe mais nenhum tipo de recurso - não poderá ser promovido por um período três vezes superior ao aplicado na sentença condenatória.

Na justificativa, Waldeck informa dados do Tribunal de Justiça do Rio, que dizem que 22.360 mulheres denunciaram as agressões no estado no primeiro trimestre de 2019.

Em janeiro e fevereiro, foram registrados 14 casos de feminicídio, 4.736 medidas protetivas aplicadas pela Justiça e 123 prisões de agressores.

"O projeto tenta fortalecer o enfrentamento à violência contra a mulher. O feminicídio é um câncer para o Brasil e o Rio de Janeiro apresenta indicadores terríves", disse o parlamentar. Para ele, o agente público, mais do que qualquer cidadão, tem que dar o exemplo.

A lei não retroage contra um direito adquirido, então o projeto não nega a progressão, ela é reconhecida, porém fica adiada enquanto não acontecer a condenação com trânsito em julgado.

A proposta vai ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça da Alerj. Taí uma boa ideia a ser copiada pelos deputados do Rio Grande do Norte.

       



24/05/2019
Quem será o sucessor de Theresa May?

A primera ministra británica, Theresa May, anunciou hoje que irá renunciar ao cargo por sua incapacidade para seguir adiante nas negociações sobre o Brexit. E quem estaria cotado para tentar êxito naquilo que ela fracassou? Eis abaixo os possíveises sucessores.

Boris Johnson
É o grande favorito dos militantes da base do Partido Conservador. O ex-prefeito de Londres foi indicado por seus pares como candidato ao cargo.
Chamado por "Bojo", ele tem 54 anos e foi um dos principais responsáveis pela vitória do Brexit no referendo de junho de 2016.

Nomeado ministro de Assuntos Exteriores, Johnson sempre criticou a estratégia de Theresa May em suas negociações com Bruxelas, antes de abandonar o governo para defender uma ruptura clara com a União Europeia.

Hábil e caristmático, Johnson é popular entre os militares e entre seus companhieros de partido. Se considera à direita da própria May.

Andrea Leadsom
Fervorosa defensora do Brexit, a ministra encarregada das relações com o Parlamento tem
 56 anos. Ela passou três décadas atuando em Londres. Começou a ser um nome de referência durante a campanha do referendo, quando era secretária de Estado de Energía e defendía com paixão a saída da Inglaterra da União Eeuropeia.

Michael Gove
Ministro do Medio Ambiente e constante crítico da indústria do plástico, ele tem 51 anos e é um dos defensores do Brexit dentro do próprio governo de Theresa May; ela particularmente contra.

Assessor de Boris Johnson durante a campanha do referendo, Michael Gove abandonou o chefe em 2016, quando este lhe negou apoio no momento em que se dispunha a ter um certo controle do governo. Gove apresentou sua própria candidatura, antes de ser finalmente eliminado durante o voto dos membros do partido, obviamente orientados por Johnson.

Dominic Raab
Com 52 anos, o atual ministro de Assuntos Exteriores apoiou que o Reino Unido permanecesse na União Europeia antes de mudar de ideia, decepcionado com a postura arrogante de Bruxelas nas negociações.

O empresário, que fala muite bem japonês, tem consolidada uma reputação de homem responsável que não teme os desafios, por ter presidido durante seis anos o servicio público de saúde (NHS, em sua sigla em inglês).

Nomeado ministro do Brexit em julho de 2018, Dominic Raab foi demitido quatro meses depois, em desacordo com Theresa May sobre o pacto de saída que se alcançou com a UE em Bruxelas.

Sajid Javid
Há quem veja Raab em Downing Street (o endereço do primeiro-ministro inglês)? "Nunca se deve dizer nunca", declarou recentemente Sajid, este deputado ultra liberal de 49 anos, e um puro euroescéptico (termo para quem rejeita a união europeia).

Renomado advogado especializado em direito internacional, é uma das figuras da jovem guarda dos conservadores britânicos. N
omeado em 2018 no comando do Ministério do Interior, Sajid Javid ganhou o respeito dos seus pares ao por fim ao escândalo "Windrush" (O velho tratamento dado aos imigrantes de origem caribenha no Reino Unido depois da Segunda Guerra Mundial).

       



24/05/2019
Mais tropas dos EUA no Oriente Médio

O secretário de Defesa interino dos Estados Unidos, Patrick Shanahan, reconheceu que o Pentágono está planejando a possibilidade de enviar novas tropas militares ao Oriente Medio para proteger as forças americanas que já se encontram na região, devido a crescente tensão com o Irã.

"Pode ser que enviemos tropas adicionais", disse Shanahan ontem ao ser perguntado por um grupo de jornalistas se Washington estava considerando reforçar sua presença militar no Oriente Médio.

Neste momento, milhares de soldados do Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos (CentCom) se encontram na Síria, Iraque e Afeganistão. Faz algumas semanas, Washington assegurou ter indícios de que Teerã estava planejando atacar as tropas americanas, o que provocou o envio do porta-aviões USS Abraham Lincoln e de quatro aviões com capacidade nuclear.

"Temos o direito de proteger as nossas tropas", disse Patrik Shanahan, que não quis entrar em detalhes sobre o número de soldados que poderiam ser mobilizados. Nas últimas horas, alguns jornais locais informaram que as cifras do Departamento de Defesa oscilariam entre 5.000 e 10.000 soldados.

       



24/05/2019
Enquanto isso, no Rio Grande do Norte

Após a Dilma "dotôra"
sua escolinha anuncia
a pedalada da reitora.
 

       



23/05/2019
A bandidagem de paletó reage

A Câmara Federal se comportou ontem com a velha suspeição tantas vezes emitida pelo cidadão de bem. Ao votar para manter o Coaf distante do Ministério da Justiça, a casa agiu como uma caverna de Ali Babá elevada ao cubo.

As raposas mantiveram o galinheiro instalado na sua área de influência. A zona de conforto dos parlamentares delinquentes - leia-se as bancadas petista e tucana também - é perto dos cofres públicos e longe das autoridades federais.

       



23/05/2019
Prisão perpétua para o amigo de Lula

O terrorista e assassino italiano Cesare Battisti foi condenado à prisão perpétua pela justiça da Itália pelos bárbaros crimes cometidos nos anos 1970 quando era militante do grupo Proletários Armados pelo Comunismo (PAC).

Antes de matar cidadãos italianos, Battisti já havia praticado crimes de roubo e sequestro. Quando fugiu da Itália, viveu 14 anos no Brasil protegido pelos governos Lula e Dilma e pelos comparsas da quadrilha petista.

Que morra e apodreça na prisão.

       



Veja o video:

23/05/2019

       



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