BLOG DO ALEX MEDEIROS

08/12/2018
Fazenda sugere fim do abono salarial

A política de reajuste do salário mínimo deverá ser revista e o abono salarial extinto, para reequilibrar as contas do governo depois da aprovação da reforma da Previdência. As sugestões constam de documento do Ministério da Fazenda com o balanço da atual gestão e recomendações para o próximo governo, disponível na página da pasta na internet.

A pasta também recomenda o controle dos gastos públicos, com a redução de privilégios e incentivos fiscais para setores da economia, revisão dos gastos com o funcionalismo público e direcionamento dos benefícios sociais aos mais pobres para reduzir a desigualdade. Segundo o documento, o salário mínimo, cuja política de reajuste será substituída em 2020, deverá ser compatível com os salários do setor privado e o aperto nas contas públicas.

Desde 2011, o salário mínimo é reajustado com base na inflação dos 12 meses anteriores pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no poaís) de dois anos antes. Caso o resultado do PIB seja negativo, a correção se dá apenas pelo índice de inflação. Essa política vigorará até 2019, sendo substituída no ano seguinte.

Segundo o Ministério da Fazenda, cada R$ 1 de alta no salário mínimo aumenta os gastos da União em R$ 304 milhões. A maior parte desses gastos o impacto decorre do reajuste do piso pago pela Previdência Social. A nova política de cálculo do mínimo deverá ser encaminhada pelo futuro governo até 15 de abril, quando será apresentado o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020.

       



07/12/2018
Santos afros como super-heróis

Um homem negro, forte com superpoderes. Poderia ser o Pantera Negra, mas aqui é o Rei Xangô, protagonista de Contos dos Orixás. O livro (Graphic Novel) de 120 páginas traz histórias de mitos do povo Yorubá no estilo dos heróis em quadrinhos da Marvel. O projeto do quadrinista Hugo Canuto, 32 anos, começou em 2016. Primeiro, com pôsteres e revistas. Dois anos e meio depois, acaba de ficar pronta a história em quadrinhos com narrativas cheias de ação com Yemanjá, Iansã , Oxum e outros. O lançamento será em São Paulo, no CCXP (Comic Con Experience), no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, que acontece de quinta-feira (6/12) até domingo (9/12).


O Contos dos Orixás só foi possível por um financiamento coletivo bem sucedido pela internet. Embora a campanha ainda esteja no ar até 18 de janeiro de 2019, no Catarse, o crowdfunding que era de 20.000 reais atingiu três vezes essa meta. Dependendo do valor da colaboração, é possível receber revistas impressas e o livro em casa. Como Hugo consegui mais do que esperava, decidiu destinar parte do recurso para programas sociais de Salvador, sua cidade natal. Também serão doados 100 exemplares para espaços culturais.

       



06/12/2018
Um filho de Bolsonaro na mira do Coaf

Um ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro, filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, movimentou 1,2 milhão de reais em uma conta entre janeiro de 2016 e o mesmo mês de 2017. O montante, considerado atípico, foi citado em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão de fiscalização ligado ao Ministério da Fazenda, revelou nesta quinta-feira O Estado de S.Paulo.


O ex-assessor, Fabrício José Carlos de Queiroz, é policial militar e trabalhava como motorista e segurança de Flávio Bolsonaro. De acordo com o jornal, ele estava lotado no gabinete do parlamentar na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) até 15 de outubro deste ano, quando foi exonerado.

O relatório do Coaf em que aparece o nome de Queiroz faz parte da investigação que originou a operação que, no mês passado, levou à prisão de dez deputados estaduais do Rio de Janeiro. O Ministério Público Federal -diz o jornal- havia pedido ao Coaf um pente fino em todos os funcionários e ex-trabalhadores da Assembleia com transações financeiras suspeitas.

       



05/12/2018
A bola do mundo todo

O atual presidente da FIFA, o suíço-italiano Gianni Infantino, tem se mostrado um grande globalista, mais até que os recentes sucessores. Sua gestão não para de criar condições para a expansão dos negócios do futebol pelos cinco continentes do planeta. Chega já no Ártico, que parece ser outro continente.

A careca lustrosa do executivo tem se destacado nas mais distantes arquibancadas, se traçarmos a distância geográfica a partir da sede da entidade maior do futebol, em Zurique, na Suíça. Ele foi o primeiro dirigente da FIFA a viajar para ver uma final de Taça Libertadores na América do Sul.

Sua ida a Buenos Aires não teve como único e exclusivo objetivo assistir o duelo Boca vs River, por mais que ele e o resto do mundo saibam que o clássico platino é um dos mais empolgantes entre todos os grandes clássicos. Infantino veio aos trópicos com a mesma intenção que irá à China e EUA.

Ele quer o futebol ocupando todas as terras do globo terrestre, e para isso, tem o elemento mais forte para seus argumentos: a Copa do Mundo e os 300 bilhões de dólares que o popular esporte gera todo ano. A passagem exitosa do torneio pela Rússia e a próxima parada no Qatar estimulam a pretensão.

Quando a sede da Copa do Mundo de 2022 foi confirmada no rico emirado do mundo árabe, pouco tempo depois a FIFA soltou a boa nova de que a Copa de 2026, nos EUA, Canadá e México, contaria com 48 seleções, num acréscimo de 16 países aos 32 atuais. Mas agora, Infantino cresceu os olhos e quer mais.

De repente - quem sabe estimulado por cálculos recentes de cifras futuras - ele quer aumentar a quantidade de seleções já no próprio Qatar, propondo ainda que o rico país aceite que se espalhe por outras nações algumas chaves da Copa. Vai apelar para que os jogos de 2022 já sejam compartilhados.

Numa entrevista recente, o dirigente máximo do futebol declarou que seria muito bonito a Copa do Mundo ser compartilhada com outros países pelo Qatar, se antecipando ao formato previamente definido para ocorrer em 2026 na América do Norte. A ideia é que o futebol crie laços entre os países árabes.

Infantino sabe e admite que não é fácil, a essa altura, com as obras do Qatar avançadas, propor o compartilhamento. Mas também acredita que para o futebol nada é impossível, por mais que transpareça muito complicado. As confederações continentais aceitarão certamente 48 equipes já no Qatar.

Entretanto não basta a FIFA e seu presidente desejarem; é preciso respeitar acordos firmados anteriormente com o país sede, que pode muito bem não concordar em dividir uma festa que praticamente já pagou antecipado a decoração.

Além de 48 seleções, ainda há uma proposta da Copa ocorrer a cada dois anos. Há de se ter cuidado com a vulgarização, lembrando da fábula dos ovos dourados da galinha.

       



04/12/2018
O amor que contamina o mundo

Os amantes sempre morrem, um dia hão de morrer, mas o amor, somente o amor, resistirá ao tempo com a sua eternidade. Isto é fato e a ninguém cabe ou é permitido explicar. Tanto no aspecto do macrocosmo fictício, como nos romances tipo Romeu e Julieta ou Tristão e Isolda, quanto no microuniverso de um jovem e comum casal, como os americanos Christian Kent e Michelle Avila.

Pouco sabemos deles, apenas que viviam com os seus pais, em Newport Beach, na ensolarada Califórnia, sonho de consumo dos surfistas nos delirantes anos 60, 70 e 80. Além de viverem sobre as ondas, como no desejo da canção de Nelson Motta interpretado por Lulu Santos em 1982, Michele (23 anos) e Christian (20) se amavam de forma apaixonada.

Não foi o surf que permitiu a ambientação para que o casal se tornasse célebre. O mundo tomou ciência dos jovens por causa do seu amor, que eles escancaravam com paixão, alegria e plasticidade em imagens postadas nas redes sociais. Indivisíveis em seu idílio juvenil, eram um só corpo em cada foto, em cada vídeo, em cada singela frase de declarações amorosas.

O francês François de La Rochefoucauld, que longe de ser filósofo ou poeta foi um aristocrata apaixonado por compor conceitos amorosos e poéticos, disse que "o que faz com que os amantes nunca se entediem de estar juntos é o falar sempre de si próprios". E a vida de Michelle e Christian era assim, uma bolha só deles, imune às desgraças e maledicências desse mundo tão hostil.

Viviam apenas um para o outro, curtindo juntos o surf e as aventuras que o seu amor alimentava. O amor presente, sem pressa, sem adiamento e sem planejamentos que gerem dúvidas com o futuro. Eles eram a ilustração em vida da poesia de Chico Buarque em Futuros Amantes: "não se afobe, não, que nada é pra já, o amor não tem pressa, ele sabe esperar em silêncio..."

Eles contaminaram de amor as redes sociais, um ambiente totalmente afetado por ódios, frustrações, invejas e neuroses de toda espécie. As fotos, muitas fotos, postadas diariamente com juras de amor, com palavras de mimo e gestos de carinho de um para o outro, emocionaram pessoas de todas as idades, de tantas cidades, de várias nações. Eles choveram amor entre nós.

No entanto, desde o dia 14 de outubro, Michelle Avila e Christian Kent saíram do mundo, se foram, apareceram mortos, abraçados como nos romances que há séculos emocionam e ao mesmo tempo entristecem os mais distintos corações e mentes. A morte do casal é um mistério para as famílias e a Polícia. Não havia sinais de violência, nem cartas de despedida, nem resíduos de substâncias proibidas.

O quarto da garota, onde o casal foi encontrado morto, é um retrato da sua juventude e do seu amor; cartazes nas paredes, lençóis floridos, fotos do mar e deles, ela e Christian em momentos felizes, os mesmos que eles publicavam nas redes sociais e que conquistaram as pessoas.

Em seu perfil do Instagram, a garota escreveu "A vida é uma aposta", como a justificar as escolhas pelo estilo aventureiro e o gosto por música e viagens. Suas cinzas foram espalhadas nas águas do Hawaí, local preferido do casal, enquanto o corpo do namorado foi sepultado no mausoléu da família.
Os corpos dos amantes se foram, mas ficou o amor, imutável como sempre.

E como todos os amores adiados, um dia, quem sabe, serão elementos de estudo dos escafandristas do futuro, como cantou Chico. Ou voltarão todos, procurando seus pares, como a gritar na imorredoura poesia de Maiakovski: "Ressuscita-me, nem que seja só por isso". Porque todo o amor não terminado será recompensado com inumeráveis noites de luas e estrelas.

       



03/12/2018
Bolsonaro na festa do Palmeiras

O presidente eleito Jair Bolsonaro acompanhou na tarde de hoje (2), no estádio Allianz Parque, a partida entre Palmeiras e Vitória, da Bahia, pela última rodada do Campeonato Brasileiro. O time alviverde venceu por 3 a 2 e conquistou o decacampeonato.

Vestindo camisa do time paulista, Bolsonaro, que é palmeirense, assistiu a partida no camarote da diretoria do clube paulista e, ao final do jogo, desceu ao gramado onde entregou as medalhas aos jogadores e ao técnico Felipão, além da taça de campeão ao capitão Bruno Henrique.

O Palmeiras - por antecipação - se sagrou domingo passado campeão contra o Vasco (1x0), e jogou hoje apenas para cumprir tabela. O presidente eleito volta ainda hoje para o Rio de Janeiro.

Bolsonaro desembarcou às 13h40 no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, vindo em um voo comercial do Rio de Janeiro. Ele posou para fotos com a camisa do time e deixou o aeroporto às 14h25, sem passar pelo saguão de passageiros ou falar com a imprensa que o aguardava do lado de fora em direção ao estádio. O carro com Bolsonaro foi escoltado por 14 motos da Polícia Militar e viaturas da Tropa de Choque até o estádio.

       



02/12/2018
Nicki Minaj defende o namorado

Desde que a notícia de que Nicki Minaj estava namorando novamente foi divulgada, imprensa e fãs ficaram inquietos. Isso porque a rapper assumiu um relacionamento com Kenneth Petty, ex-presidiário que cumpriu pena de quatro anos, por uma acusação de estupro.

Os seguidores de Nicki não demoraram para expressar seu descontentamento e foram às redes sociais escrever mensagens agressivas ou de lamentação sobre a escolha dela. Porém, a voz de "Anaconda" não poderia ligar menos para tudo o que está acontecendo.

Ela e Kenneth já haviam namorado durante a sua adolescência. Apaixonada, Nicki foi às redes sociais responder o comentário de um fã e defendeu o namorado.

"Ele tinha 15 anos, ela tinha 16... eles namoravam. Mas fale o que quiser, Internet. Vocês não podem tomar conta da minha vida. Vocês não tomam conta nem das próprias vidas. Obrigada", respondeu a polêmica artista.

       



01/12/2018
O caráter e elegância de George Bush

A morte de George Herbert Walker Bush, o quadragésimo primeiro presidente dos Estados Unidos, consternou a vida política norte-americana. O anúncio por seu filho e também ex-presidente, George W. Bush, gerou muitas manifestações de respeito e condolências por personalidades republicanas e democratas.

Bush se foi poucos meses após o falecimento de sua esposa, Bárbara Bush, com quem ele foi casado durante 73 anos e juntos formaram uma família de cinco filhos e dezessete netos. No Twitter, o filho ilustre avisou aos irmãos: "a Jeb, Neil, Marvin e Doro me entristece anunciar que nosso amado pai morreu".

George Bush governou os EUA entre 1989 e 1993, no período do final da histórica Guerra Fria com a Rússia. No seu governo, o país venceu a primeira Guerra do Golfo. O ex-presidente Barack Obama declarou que o país perdeu um patriota que "ajudou a acabar com a Guerra Fria sem disparar um único tiro".

Na Argentina, onde estava participando da cúpula do G20, o atual presidente Donald Trump destacou a "autenticidade essencial, a inteligência afiada e o compromisso inabalável de Bush com a fé, a família e o país", lembrando que o ex-presidente inspirou gerações de compatriotas a entrarem no serviço público.

O firme caráter de George H. W. Bush ficou bastante visível e refletido numa carta que ele deixou no birô do Salão Oval da Casa Branca, quando estava prestes a deixar o governo e entregá-lo ao democrata Bill Clinton, que o derrotou na eleição presidencial de 1992. O que há de simples, há de emoção na missiva.

Em 2016, quando a mulher de Clinton, a senadora Hillary Clinton, estava enfrentando o republicano Donald Trump, ela postou a foto da carta de Bush no Instagram, numa forma de exibir a grandeza de um ícone adversário que não apoiava a candidatura do próprio partido. A família Bush torceu por Hillary.

Eis a carta do derrotado Bush para o vitorioso Clinton: "Caro Bill, quando entrei neste gabinete agora, senti o mesmo sentimento de reverência e respeito que senti há quatro anos quando aqui cheguei. Eu sei que você vai sentir isso também. Eu te desejo muita felicidade aqui. Eu nunca senti a solidão que alguns presidentes descreveram.
Haverá momentos muito difíceis, ainda mais difíceis por causa das críticas que você pode não achar justas. Eu não sou muito bom em dar conselhos, mas não deixe que as críticas o desencorajem ou tirem você do curso. Você será nosso presidente quando ler esta carta, e eu já o terei sido. Seu sucesso agora é o sucesso do nosso país. Desejo muito encorajamento. Muita sorte. George
".

Na quarta-feira, haverá uma homenagem póstuma oficial em Washington, por determinação do presidente Donald Trump, com alcance nacional. Depois, o corpo do ex-presidente será levado para o Texas, terra natal da família Bush, onde será sepultado na Biblioteca e Museu que leva o seu nome.

       



01/12/2018
A Libertadores universal

A mídia argentina e a pacheca estão unidas no mimimi provinciano, criticando a final da Taça Libertadores no estádio Santiago Bernabéu, em Madrid. Ambas cegas no provincianismo peculiar dos trópicos. Não entendem o fator comercial e a força expansiva para reforçar a imagem do futebol latino na Europa.

Se um superclássico como Boca Juniors x River Plate não fosse importante como interesse global, não teria havido a batalha de grandes cidades como Paris, Miami, Doha e Madrid, todas interessadas em sediar a final histórica, a mais importante em toda a história de 58 anos do evento iniciado em 1960.

Para quem não sabe, já havia torcedores europeus e também japoneses em Buenos Aires quando a final foi cancelada, no triste episódio do ataque ao ônibus do Boca por torcedores delinquentes do River, aliás coisa que existe em todas as torcidas de lá, de cá e além-mar. Imaginem a presença no jogo em Madrid.

Os contratos e consequências comerciais de uma final latina no estádio do Real Madrid compensam o fato de muitos torcedores domésticos não conseguirem assistir ao jogo num gramado da capital argentina. Mas milhares viajarão, como sempre fazem nas copas do mundo, quando os hermanos são quase maioria.

Convém lembrar que na Espanha residem mais de 120 mil argentinos, mais de 75 mil brasileiros, sem falar nos uruguaios, colombianos, chilenos e equatorianos que juntos somam mais de 1 milhão de almas. Alguém duvida que haverá deslocamentos de milhares de europeus para curtir o embate sul-americano?

Os ingleses, considerados os torcedores mais apaixonados por futebol, aprendem desde cedo que apesar dos muitos clássicos internos dos muitos clubes britânicos, é preciso fazer pelo menos uma vez na vida a travessia do Atlântico para assistir uma partida entre Boca x River. E muitos cumprem.

Ontem e hoje, passando a vista nos sites dos principais jornais argentinos e assistindo as resenhas dos canais esportivos brasileiros, não pude deixar de ficar estarrecido com a rejeição ridícula ao negócio armado pela Conmebol na final em Madrid. Quem nasceu para bodega nunca irá virar shopping center.

O romantismo patológico da mídia latina não sai do barro parnasiano para avançar no asfalto da poesia concreta. Me remete sempre ao botafoguense e craque das letras Paulo Mendes Campos sentenciando que a imprensa esportiva nacional sequer tinha chegado na Feira de Arte Moderna de 1922.

Esse povo não aprende sobre expansão, mesmo vendo a própria liga espanhola iniciar negociações para ter jogos em Miami. Não entendem quando Barcelona, Real Madrid, Manchester United, Liverpool, Juventus criam filiais na China, Japão, Austrália, EUA... Sonham com Flamengo x Corinthians no Piauí.

Enquanto a FIFA expande a Copa do Mundo por países remotos, numa espécie de cruzada templária da bola, ficam aqui as redações bairristas pelejando por fazer dos clássicos apenas peladas na própria cozinha. O UOL falou em traição aos heróis San Martin, Bolívar e Tupac Amaru. Omi, vão tomar no olho da rua!

       



30/11/2018
Netflix vai cancelar Demolidor

A terceira temporada de Demolidor, já disponível na Netflix, será a última do seriado. A plataforma de streaming anunciou nesta sexta-feira sua decisão de descontinuar a série da Marvel, que recebia boas críticas, por considerar ser melhor encerrá-la no auge. No comunicado, a Netflix reforçou ainda que encerra o Demolidor "tremendamente orgulhosos da última temporada" -o anúncio foi lamentado pelos fãs.


Protagonizada pelo ator britânico Charlie Cox, no papel do advogado cego e super herói Matt Murdock, personagem criada pelo recém falecido Stan Lee e pelo desenhista Bill Everett, Demolidor foi o primeiro fruto do acordo entre Marvel e Netflix, que deu origem a outros seriados como Jessica Jones, Iron Fist, Luke Cage, The Punisher e Os Defensores (que reuniu todos os heróis da saga). Além de Demolidor, Iron Fiste Luke Cage também foram canceladas após duas temporadas.

       



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