BLOG DO ALEX MEDEIROS

26/10/2018
Sem fraude, dá Bolsonaro

O presidente do Instituto Ibope, Carlos Augusto Montenegro, disse em entrevista ao jornal Estadão que no atual cenário da eleição só um tsunami poderia impedir a vitória do candidato Jair Bolsonaro no próximo domingo. Pra quem não sabe, o senhor Montenegro se deu muito bem nos governos do PT.

A declaração do homem forte do Ibope só confirma as análises de um dos seus principais auxiliares na interpretação das pesquisas, a diretora Márcia Cavallari, que ao longo do pleito tem se destacado na GloboNews comentando os resultados das diversas pesquisas já realizadas por encomenda da Globo.

Cavallari já vinha apontando um favoritismo absoluto do candidato do PSL, que nesse momento, a 48 horas do pleito, mantém uma dianteira sobre Fernando Haddad de quase vinte pontos (outros institutos já apuraram essa vantagem). Tanto que ela não deu muita bola para a suposta virada na capital paulista.

Fico imaginando o nó cego que dá na cuca dos petistas, mormente aqueles mais fanáticos que hibernam nas redes sociais para disparar delírios numéricos e desejos impossíveis em relação ao resultado final da votação do seu candidato. O mesmo Ibope que gera esperança, decreta a derrota por vir.

Por exemplo, peguemos os dados da última pesquisa que o Ibope fez sobre a eleição no estado de São Paulo, onde entre os muitos cenários demonstrados na capital (que foi dividida em regiões, classes e gêneros), parte da imprensa achou uma pequena vantagem de Haddad sobre Bolsonaro, com 51 a 49.

A divulgação desse quadro serviu como um gatilho emocional para levantar os ânimos da militância, que danou-se a bradar nas redes sociais uma virada geral na disputa nacional, como se os dados de uma cidade representasse o país inteiro. Sequer representou o estado, onde Bolsonaro põe 68% a 31%.

Se trouxermos um exemplo para o plano potiguar, basta lembrar que Jair Bolsonaro venceu Fernando Haddad em Natal no primeiro turno, mas tomou uma paulada no estado inteiro numa diferença de mais de 196 mil votos. Portanto, festejar tal vantagem na capital paulista é só um idílio de militante.

Ontem à tarde, o mercado financeiro já tinha a convicção de uma eleição decidida em favor do candidato do PSL. Nas próprias aferições de tracking, tanto de algumas empresas quanto das duas campanhas, os resultados confirmavam uma vitória de Bolsonaro beirando os 60% dos votos válidos.

Não sei a qual tipo de tsunami o dono do Ibope se referiu na sua declaração ao Estadão. Com certeza não foi o deslocamento de toneladas de água no oceano, posto que tal fenômeno não costuma se manifestar no Atlântico que nos banha. Só vejo uma forma de derrota do capitão: uma onda de votos fakes fraudando as urnas eletrônicas. Afora isso, domingo Bolsonaro será o novo presidente do Brasil.

       



25/10/2018
De volta a 1978

Estreia hoje o filme Halloween, uma das maiores grifes do gênero terror e que completa quarenta anos com a marca de onze produções que perpetuaram no imaginário popular a máscara branca do serial killer Michael Myers, talvez o mais frio e cruel dos assassinos do cinema. Quem lembra do ano 1978?

Em 1978, o bairro Candelária nem era bairro; era mais um conjunto de casas caiadas, apelidado pelas turmas lá fora de "Pedregal", numa alusão a uma localidade periférica da cidadezinha de Águas de Santana, cenários da novela Ovelha Negra, exibida em 1975 na saudosa TV Tupi dos Diários Associados.

Estávamos no ano da "disco music", também chamada discothéque, período em que os jovens de Natal estavam envolvidos nas baladas vesperais dos clubes Aero e Assen, que reproduziam o clima do filme Embalos de Sábado à Noite, lançado em 1977 e que monopolizou o comportamento da molecada.

No ônibus que nos conduziu até o Centro, onde iríamos assistir a estreia de "A Noite do Terror", no Cine Rio Grande, as meninas usavam meias dancin' days, influência da novela homônima da Globo e da personagem de Karen Lynn Gorney que fazia par com John Travolta no filme Saturday Night Fever.

A assustadora obra do diretor John Carpenter lançou a carreira da atriz Jamie Lee Curtis, com 20 anos, então encarnando a babá adolescente Laurie Strode, que escapou de um ataque do mascarado Myers e estabeleceu o protagonismo feminino nos filmes de terror. Quarenta anos depois, o confronto retorna.

Agora sob a direção do veterano cineasta David Gordon Green, a trama tem a atriz sexagenária no mesmo papel, comandando uma família onde se destacam uma filha e uma neta. A volta do horror com Michael Myers em mais um dia das bruxas acorda os demônios de Laurie e os traumas da juventude.

O novo filme tem produção dos estúdios Universal, com parceria da Miramax e da Blumhouse, e estreou nos EUA arrebentando nas bilheterias com um faturamento de US$ 76,2 milhões, uma cifra impensada para uma fita do gênero, que inclusive quebrou recordes no fim de semana da estreia.

Empolgada com o sucesso estrondoso, Jamie Lee Curtis detonou uma mensagem no Twitter que viralizou em poucas horas. "Maior filme de terror com uma protagonista feminina. Maior filme com uma mulher acima de 55 anos", disse ela. E foi a melhor estreia da grife Halloween da história.

Um feito surpreendente para um roteiro que praticamente ignorou as dez sequências daquele original de John Carpenter, em 1978, três delas tendo a presença de Jamie Lee Curtis. Ela acha que o enorme sucesso tem relação com o fato de ser uma história de família e a luta de uma matriarca na defesa do seu legado.

Talvez tenha razão. Até na política o apelo da família tem feito estrago. Mas aí já é outra trama. Acho que vou ao cinema ouvindo Bee Gees no Spotify e com saudades de algumas meias coloridas.

       



24/10/2018
Comunismo, fascismo e risos

"Por que não há uma indignação mundial quando arrancam bebês dos braços de suas mães? Por que não se está falando nas Nações Unidas agora mesmo disso e do fascismo?" As perguntas, feitas aos gritos, foram do cineasta Spike Lee durante a cerimônia de entrega dos prêmios no Festival de Cannes.

Ele é um dos grandes nomes do cinema que divide as atividades da sétima arte com o ativismo político; é uma das vozes célebres que utiliza a fama para alavancar bandeiras ideológicas pelo mundo afora, como já fizeram Sting e Bono Vox, e ainda fazem Roger Waters e Chico Buarque, entre tantos outros.

Se trocarmos as duas perguntas de Lee por outras assim "Por que não há indignação mundial quando arrancam bebês dos ventres de suas mães?", e "Por que não se está falando nas Nações Unidas agora mesmo disso e do comunismo?", uma grande parte da mídia não verá qualquer semelhança.

No entanto, as semelhanças existem no quadro de violência em destaque. Ou o leitor é hipócrita como um esquerdista para não se indignar com a proposta de permissão de matar bebês antes de nascerem? É tão violento quanto arrancar dos braços. Assim como o comunismo é tão cruel quanto o fascismo.

Se formos fazer comparações a partir dos registros históricos, os crimes e as misérias produzidos por ideologias totalitárias - como nazismo, fascismo e comunismo - será difícil encontrar diferenças em perseguições e em números de vítimas. Vários países já baniram o trio; outros, como os EUA, permitem.

Quando Spike Lee bradou para a plateia em Cannes, ele estava sendo premiado pelo filme "Infiltrado na KKK", uma trama inusitada de um policial negro infiltrado entre os brancos da Ku Klux Klan (o protagonista é John David Washington, filho do ator Denzel Washington). E há também um judeu.

A leitura que faço desse instigante e louco roteiro de Lee é que ele remete fácil a qualquer desses discursos paranoicos da esquerda, gerando pânico com uma suposta ameaça de fascismo a partir de um processo eleitoral limpo, inclusive técnica e politicamente complicado para o candidato da direita.

No caso do filme, a premissa do roteiro é tão absurda (um negro dentro da KKK), que acabou dando o tom humorístico e irônico de uma história que aborda uma coisa séria, o racismo. Já no mimimi petista anunciando o fascismo brotando de uma disputa eleitoral, o melhor é sorrir na cara de quem não vê mal algum no comunismo que lhe serviu de placenta.

       



23/10/2018
Nasa fotografa um iceberg retangular

A Nasa divulgou uma foto impressionante de um iceberg retangular flutuando no Mar de Weddell, ao largo da Antártida.

A agência espacial norte-americana disse que os ângulos agudos e a superfície plana do objeto sugerem que ele recentemente se separou de uma plataforma de gelo.

As bordas ainda são pontiagudas e ainda não foram desgastadas pelas ondas do oceano.

A foto foi tirada na semana passada por cientistas em um plano de pesquisa da Nasa.

Tais objetos não são desconhecidos, no entanto, e até têm um nome - icebergs tabulares.

Estes são planos e longos e se formam ao se separarem das bordas das prateleiras de gelo.

Kelly Brunt, um glaciologista da Nasa e da Universidade de Maryland, disse que o processo de formação foi um pouco como uma unha crescendo muito e quebrando no final.

Eles eram frequentemente geométricos como resultado, ela disse.

"O que torna este um pouco incomum é que parece quase um quadrado", acrescentou.

Este iceberg em particular veio da plataforma de gelo Larsen C, na Península Antártica.

É difícil dizer exatamente quão grande é o iceberg da foto, mas os especialistas disseram que provavelmente tinha mais de 1,6 km de diâmetro.

E, como acontece com todos os icebergs, a parte visível na superfície compreende apenas uma pequena fração da massa do objeto - neste caso, cerca de 10%.

       



23/10/2018
A denúncia fake do cantador

A imprensa escuta o cantar de um galo e não checa se o bicho é verdadeiro. Vários sites e blogs foram no vácuo do "Bahia Notícias" e reproduziram a fala do cantor Geraldo Azevedo acusando o general da reserva Hamilton Mourão de tê-lo torturado nos anos do regime militar. A denúncia, no entanto, é um grande equívoco.

O cantor pernambucano, autor de clássicos como Dia Branco, Moça Bonita, Táxi Lunar e Bicho de Sete Cabeças, foi preso em 1969 quando morava no Rio de Janeiro, época de amizade com Geraldo Vandré, Caetano Veloso e Glauber Rocha. Ele tinha 24 anos e havia deixado Nordeste há pouco tempo.

Ora, se o hoje candidato a vice-presidente Hamilton Mourão nasceu em 1953, ele seria então o torturador mais jovem da história dos regimes militares na América Latina, pois naquele 1969 tinha apenas 16 anos, e nem pensava ainda na carreira militar.

       



23/10/2018
O manifesto das redes

Jornalistas, analistas e autoridades jurídicas, sociológicas e eclesiásticas já reconheceram que as atuais eleições no Brasil são atípicas. Testemunhamos alguns fenômenos nos campos da comunicação e da política que quase ninguém suspeitou ocorrer da maneira que estamos presenciando agora.
As pesquisas de opinião, coitadas, que historicamente medem a temperatura da disputa e dimensionam em seus índices os sentimentos das ruas, dessa vez tropeçaram nos números, se emaranharam na aplicação dos velhos questionários e se auto delataram nos cálculos, para cima e para baixo.
Os veículos de comunicação, por sua vez, disfarçavam nas análises e exageravam nas manchetes, num contorcionismo verbal pra dar a entender que entendiam os acontecimentos do mundo digital. Foram pegos no contrapé da pauta, atropelados pelos fatos nas entrelinhas das próprias reportagens.
Diversas candidaturas acusaram o golpe, outras registraram êxitos, todas numa mesma compreensão de que o marketing periférico das redes sociais controlou a consciência e as escolhas do povo. Entretanto, os muitos lados do jogo se equivocam quando apontam o protagonismo do aplicativo WhatsApp.
Evidente que sabemos da importância da onda de mensagens enviadas pela multiplataforma de compartilhamento de textos, áudios e imagens. Mas, por favor, não vamos assimilar o discurso choroso dos petistas e decretar que o zap zap é responsável sozinho pela reação nacional contra a politicagem.
Além de equívoco, é também uma visão distorcida da conjuntura e uma desrespeitosa ignorância quanto ao papel também fundamental das muitas redes sociais, todas com seus milhões de usuários envolvidos no rebelde e ao mesmo tempo delicioso trabalho de azucrinar a militância esquerdopata.
Quem diz que a turma do WhatsApp derrotou, sozinha, Fernando Haddad, as velhas lideranças políticas, a grande imprensa e os institutos de pesquisa, é porque desconhece ou quer negar as enxurradas de postagens no Twitter, Facebook, Instagram, Messenger, YouTube, Tumblr, Wechat e Google +.
Em nome de todas as demais redes, manifesto aqui um protesto aos exageros dos analistas e das autoridades que só detectaram no WhatsApp o ataque mordaz e fatal contra a imoralidade e a roubalheira que afundaram o Brasil na lama. Todas as redes, juntas, vamos fazer muito mais. Vamos piorar as coisas para a canalhice nacional. Hashtag somos uma legião.

       



20/10/2018
DESESPERO - Editorial do Estadão

Consciente de que será muito difícil reverter a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa pela Presidência da República, o PT decidiu partir para seu "plano B": fazer campanha para deslegitimar a eventual vitória do oponente, qualificando-a como fraudulenta. É uma especialidade lulopetista.

A ofensiva da tigrada está assentada na acusação segundo a qual a candidatura de Bolsonaro está sendo impulsionada nas redes sociais por organizações que atuam no "subterrâneo da internet", segundo denúncia feita anteontem na tribuna do Senado pela presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, que lançou o seu J'accuse de fancaria.

"Eu acuso o senhor (Bolsonaro) de patrocinar fraude nas eleições brasileiras. O senhor é responsável por fraudar esse processo eleitoral manipulando e produzindo mentiras veiculadas no submundo da internet através de esquemas de WhatsApp pagos de fora deste país", afirmou Gleisi, que acrescentou: "O senhor está recebendo recursos ilegais, patrocínio estrangeiro ilegal, e terá que responder por isso. (...) Quer ser presidente do Brasil através desse tipo de prática, senhor deputado Jair Bolsonaro?"

Como tudo o que vem do PT, nada disso é casual. A narrativa da "fraude eleitoral" se junta ao esforço petista para que o partido se apresente ao eleitorado - e, mais do que isso, à História - como o único que defendeu a democracia e resistiu à escalada autoritária supostamente representada pela possível eleição de Bolsonaro.

Esse "plano B" foi lançado a partir do momento em que ficou claro que a patranha lulopetista da tal "frente democrática" contra Bolsonaro não enganou ninguém. Afinal, como é que uma frente política pode ser democrática tendo à testa o PT, partido que pretendia eternizar-se no poder por meio da corrupção e da demagogia? Como é que os petistas imaginavam ser possível atrair apoio de outros partidos uma vez que o PT jamais aceitou alianças nas quais Lula da Silva não ditasse os termos, submetendo os parceiros às pretensões hegemônicas do demiurgo que hoje cumpre pena em Curitiba por corrupção?

Assim, a própria ideia de formação de uma "frente democrática" é, em si, uma farsa lulopetista, destinada a dar ao partido a imagem de vanguarda da luta pela liberdade contra a "ditadura" - nada mais, nada menos - de Jair Bolsonaro. Tudo isso para tentar fazer os eleitores esquecerem que o PT foi o principal responsável pela brutal crise política, econômica e moral que o País ora atravessa - e da qual, nunca é demais dizer, a candidatura Bolsonaro é um dos frutos. Como os eleitores não esqueceram, conforme atestam as pesquisas de intenção de voto que expressam o profundo antipetismo por trás do apoio a Bolsonaro, o PT deflagrou as denúncias de fraude contra o adversário.

O preposto de Lula da Silva na campanha, o candidato Fernando Haddad, chegou até mesmo a mencionar a hipótese de "impugnação" da chapa de Bolsonaro por, segundo ele, promover "essa campanha de difamação tentando fraudar a eleição".

Mais uma vez, o PT pretende manter o País refém de suas manobras ao lançar dúvidas sobre o processo eleitoral, assim como já havia feito quando testou os limites legais e a paciência do eleitorado ao sustentar a candidatura de Lula da Silva. É bom lembrar que, até bem pouco tempo atrás, o partido denunciava, inclusive no exterior, que "eleição sem Lula é fraude".

Tudo isso reafirma, como se ainda fosse necessário, a natureza profundamente autoritária de um partido que não admite oposição, pois se julga dono da verdade e exclusivo intérprete das demandas populares. O clima eleitoral já não é dos melhores, e o PT ainda quer aprofundar essa atmosfera de rancor e medo ao lançar dúvidas sobre a lisura do pleito e da possível vitória de seu oponente.

Nenhuma surpresa: afinal, o PT sempre se fortaleceu na discórdia, sem jamais reconhecer a legitimidade dos oponentes - prepotência que se manifesta agora na presunção de que milhões de eleitores incautos só votaram no adversário do PT porque, ora vejam, foram manipulados fraudulentamente pelo "subterrâneo da internet".

       



19/10/2018
Efeitos de frases feitas

Todo homem é poeta quando está apaixonado. (Platão)
Só sei que nada sei. (Sócrates)
É melhor corrigir os seus próprios erros do que os outros. (Demócrito)
A felicidade depende de nós mesmos. (Aristóteles)
O caráter do homem é o seu destino. (Heráclito)
Não importa o quão devagar você vá, desde que você não pare. (Confúcio)
A boca fala do que está cheio o coração. (Jesus)
O coração tem razões que a própria razão desconhece. (Pascal)
Uma mentira pode salvar seu presente, mas condena seu futuro. (Buda)
Uma longa viagem começa com um único passo. (Lao Tsé)
Quando se navega sem destino, nenhum vento é favorável (Sêneca)
Nada é suficiente para quem o suficiente é pouco. (Epicuro)
Viver sem amigos não é viver. (Cícero)
A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar (Sun Tzu)
Daria tudo que sei pela metade do que ignoro. (Descartes)
Uma mentira vem logo no encalço de outra (Terêncio)
É preciso viver, não apenas existir. (Plutarco)
Um amigo sensato é um bem precioso. (Homero)
Nada se espalha com mais rapidez do que um boato. (Virgílio)
Os grandes sucessos dependem de incidentes pequenos. (Demóstenes)
Só a educação liberta. (Epiteto)
As frivolidades cativam os espíritos levianos. (Ovídio)
A minha língua jurou, o meu coração não. (Eurípedes)
Os homens erram, os grandes homens confessam que erraram. (Voltaire)
Não há regra sem exceção. (Cervantes)
O mal sempre vai e volta. (John Milton)
O homem pinta com o cérebro e não com as mãos. (Michelangelo)
Quem não estima a vida não a merece. (Da Vinci)
Aos amigos os favores, aos inimigos a lei. (Maquiavel)
Temos a arte para não morrer da verdade. (Nietzsche)
A medida do amor é amar sem medida. (Santo Agostinho)
O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele. (Kant)
A medida de uma alma é a dimensão do seu desejo. (Flaubert)
O amor não se vê com os olhos, mas com o coração. (Shakespeare)
Não é possível ser bom pela metade. (Tolstoi)
O essencial é invisível aos olhos. (Saint Exupery)
Ser bom é fácil, o difícil é ser justo. (Victor Hugo)
Prefiro morrer de paixão que morrer de tédio. (Van Gogh)
Tudo o que você precisa é amor. (John Lennon)
Melhor morrer de vodca que de tédio. (
Maiakovski)
Ler é melhor que estudar. (Ziraldo)
Viver é desenhar sem borracha. (Millôr)
Nem sempre as coisas são como parecem. (Fredo)
Aplaudam meus amigos, a comédia acabou. (Bethoven)
A comissão faz o ladrão. (Jô Soares)
Lula tá preso, babaca! (Cid Gomes)

       



18/10/2018
TRT elege novos dirigentes

Concluída na manhã dessa quinta-feira a eleição por aclamação dos novos dirigentes do Tribunal Regional do Trabalho no Rio Grande Norte.

O desembargador Bento Herculano será o novo presidente, acumulando ainda a função de corregedor. Já sua colega Maria do Perpétuo Wanderley será a vice-presidente e também ouvidora. 

       



18/10/2018
O fenômeno Pokemon Go

Dia desse um amigo e atento leitor aqui do Galo e da coluna do jornal Agora RN me indagou sobre uma nota a respeito de diversas aglomerações pelo Brasil de usuários (jogadores) do jogo de realidade aumentada - feito para smartphones - Pokemon Go, lançando em 7 de julho de 2016 pela empresa norte-americana San Francisco Niantic.

Ele não acreditou que milhões de jovens e adultos ainda estavam envolvidos na captura de monstrinhos (tipo Pikachu, o mais popular), nos cinco continentes, e que no Brasil a adesão à brincadeira virtual só cresce. E a concentração de usuários ocorre mensalmente com as datas especiais.

As empresas administradoras do jogo, Niantic, Nintendo e Pokemon Company, criaram um "dia da comunidade Pokemon", que ocorre mensalmente numa data previamente divulgada e que gera os encontros coletivos para a caça dos bichinhos em locais já conhecidos como férteis na existência dos personagens.

No próximo domingo, 21, é a data de outubro já propagada como dia da comunidade, e vai movimentar mais uma vez milhões de usuários pelo mundo. Em Natal, centenas de jogadores irão se encontrar na UFRN, um dos locais com maior presença de monstros, além de Ponta Negra e Parque das Dunas.

Para quem achava que o Pokemon Go já tinha diminuído a febre mundial do lançamento, há poucos meses o jogo registrou o segundo maior volume de usuários online desde 2016. Em setembro passado, os lucros chegaram a US$ 84,8 milhões, quase a metade do que faturou na estreia em julho de 2016.

Para se ter uma ideia do fenômeno, basta uma comparação entre os três mais populares jogos da App Store e da Google Play (as lojas virtuais de aplicativos): o Clash Royale faturou US$ 124 milhões naquele; o Candy Crush, US$ 25 milhões; e o Pokemon Go, US$ 200 milhões. Dados da Sensor Tower.

Dois anos depois de lançado, o jogo atingiu sua maior taxa de downloads agora em 2018, com 8,84 milhões de vezes num aumento de 100% em relação ao ano passado. O faturamento total desde 2016 é de US$ 2,01 bilhões com espetaculares 552 milhões de downloads realizados em todo o planeta.

No próximo domingo, os caçadores de monstrinhos do Pokemon Go já sabem que haverá um estímulo especial para eles: um personagem considerado raro será disponibilizado, o que vale como um valioso bônus para a comunidade. Entre os milhões de usuários do mundo, estarão algumas centenas de natalenses caçando na paisagem e corredores da UFRN.

       



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