BLOG DO ALEX MEDEIROS

11/05/2018
Nas copas da História - I

Considerado por milhões de brasileiros o segundo melhor jogador depois de Pelé (muitos o colocam no mesmo patamar), Garrincha apareceu no Botafogo em 1953, um ano véspera de Copa do Mundo e carregado de expectativa por causa do trauma nacional de 1950, que todos já conhecem fatos e fotos.

Em outubro daquele ano um gaúcho de apenas 18 anos, chamado Aldyr Garcia Schlee, ganhou um concurso do jornal carioca Correio da Manhã, que escolheu seu desenho entre outras duas centenas. Estava banida a camisa branca da derrota de 50, apenas o calção azul foi mantido junto à nova camisa amarela.

Quando 1954 chegou, Garrincha ainda não era o senhor absoluto dos espetáculos no Maracanã. Enquanto as rádios tocavam sucessos que virariam clássicos, como Tereza da Praia, O Menino de Braçanã e Valsa de uma Cidade, um outro ponta direita era o fenômeno nos gramados de São Paulo.

Julinho Botelho apareceu no final dos anos 1940 tentando passar pela peneira do Corinthians; foi ignorado e acabou no Juventus da Mooca e chamou a atenção da Portuguesa de Desportos. Virou titular em 1951 e naquele mesmo ano se vingou do Timão comandando uma goleada de 7 x 3 no Pacaembu.

Nas eliminatórias da Copa que seria disputada na Suíça, enquanto Garrincha iniciava a carreira no Glorioso, Julinho garantiu seu lugar na seleção do técnico Zezé Moreira. A Alemanha de Fritz Walter venceu a mítica Hungria de Puskas na histórica "Batalha de Berna" e Julinho foi um dos craques do torneio.

Não demorou e o talento do ídolo da Portuguesa atraiu olhares italianos. No ano seguinte, a Fiorentina o contratou e lá foi ele entortar europeus, alguns anos antes de Garrincha fazer o mesmo. O tempo correu e o destino iria aproximar os caminhos de Julinho e Garrincha na próxima Copa, na Suécia.

Hoje se sabe do malabarismo do "Anjo das Pernas Tortas" naquela competição que revelou ao mundo um rei menino de 17 anos: Pelé. O que muitos ainda não sabem é que na convocatória da seleção brasileira para a Copa de 1958, Garrincha não garantiu lugar. Foram chamados Julinho e Joel, do Flamengo.

Joel era um ponta direita dos mais habilidosos, servia em bandeja de prata muitos gols do craque Dida (o ídolo do menino Zico) que na Suécia iria experimentar a bandeja de ouro de Julinho. Aí veio o inusitado: o novo ponta da Fiorentina enviou telegrama à CBD (hoje CBF) abdicando da convocação.

Num gesto de bom caráter que não vemos nos dias atuais, Julinho Botelho disse na mensagem que achava uma injustiça ele estar jogando no estrangeiro e tomar a vaga de um colega que seguia jogando em campos da Pátria. O técnico Vicente Feola compreendeu e mandou chamar Mané Garrincha.

E a Copa de 1958 iniciou com o Brasil jogando os dois primeiros jogos, contra Áustria e Inglaterra, um 3 x 0 e um 0 x 0, tendo o rubro-negro Joel de titular na ponta direita, compondo o ataque com Dida, Mazzola e Zagallo. O empate com os ingleses levou Feola a mexer no 3º jogo; escalou Garrincha, Pelé e Vavá.

O resto a gente já sabe. Garrincha e Pelé começaram a dobradinha invencível, o garoto da Vila Belmiro saiu da Copa com o apelido de rei colocado pela imprensa francesa e a seleção ganhou sua primeira taça mundial. Ah, só um outro fato: O reserva de Zagallo era Pepe, que só foi à Suécia porque Canhoteiro, craque do São Paulo, tinha medo de avião.





10/05/2018
O velho espião ainda na ativa

De tudo que é possível assistir no Brasil na televisão fechada, através dos canais por assinatura, nada (nada mesmo) é melhor do que o programa "La Grande Librairie", exibido nas nossas madrugadas pela TV 5 Monde, de Paris, no ar desde 2008 com apresentação do jornalista e crítico literário François Busnel.

Como o título sugere, o programa é praticamente monotemático. Não se fala noutra coisa senão em literatura, nos livros de ontem, de hoje, de amanhã e, principalmente, nas obras de sempre. Uma roda de bom papo reunindo em torno do apresentador escritores, poetas, filósofos, compositores, atores e mais...

Na segunda-feira, um programa dos mais emocionantes de tantos que já assisti desde que me viciei há uns cinco ou seis anos. Após discutir com os convidados o último romance do britânico John Le Carré, "A Legacy of Spies" (o retorno do seu personagem George Smiley após 27 anos) e uma autobiografia de bolso, Busnel chamou uma entrevista com o velho autor de 86 anos.

Entrevista na paradisíaca casa do escritor, bem instalada numa linda falésia da península do Ducado da Cornualha, um gramado verdíssimo a perder de vista até se insinuar as águas do Atlântico. John Le Carré leva o visitante pelos jardins, pelos cômodos de móveis clássicos e rústicos, pela vasta biblioteca.

Entre o sótão, seu esconderijo de trabalho, e a sala de jogos, onde uma grande mesa de sinuca é compartilhada entre entrevistado e entrevistador, ele conta da sua vida amarga na infância, perigosa na juventude e apaziguada pela escrita na maturidade. Só escreve com caneta, tendo sempre duas no bolso.

Conta que foi espancado pelo pai e abandonado pela mãe aos 5 anos, um trauma que o arrastou pela vida plantando medo de se relacionar com mulheres. O afeto íntimo e familiar só não foi um sentimento inexistente por completo porque seu irmão mais velho improvisou um pouco de paternidade.

A solidão na juventude foi uma porta escancarada para ser recrutado pelo serviço de espionagem inglês durante a Guerra Fria. Quando conseguiu sair do MI6, o famoso Military Intelligence Seção 6, percebeu que poderia adaptar o universo dos espiões ao mundo criativo e vasto da literatura de ficção.

Em 1961 e 1962 publicou respectivamente as tramas "O Morto ao Telefone" e "Um Crime Entre Cavalheiros", que serviram de cartão de visita para apresentar um autor que se diferenciava dos livros de bolso do gênero e que faziam sucesso no mundo inteiro. Até que veio o terceiro livro e a consagração.

Com "O Espião que Saiu do Frio", de 1963, John Le Carré (cujo nome de batismo é David John Moore Cornwell) elevou a ficção de espionagem ao patamar do romance literário e deu vida longa ao personagem George Smiley, um agente do serviço secreto que dizem ser um híbrido dele com James Bond, criado dez anos antes pelo compatriota Ian Fleming.

Sobre a volta de Smiley no novo livro, reconheceu que este é um parceiro, quase um alter ego. "Não se pode criar um personagem sem deixar algo de si mesmo", já dissera quando do lançamento do romance em Londres, em setembro do ano passado. Carré avisou que retomou o fôlego para escrever. Que a caneta não falhe nunca.





09/05/2018
Começou o Festival de Cannes

O evento na França é, sem dúvida, o melhor festival de cinema autoral do planeta, mas também é um sinônimo de glamour com seu tapete vermelho salpicado de estrelas nas mesmas dimensões das que brilham no Oscar, no Globo de Ouro ou no Festival de Veneza.

Em sua 71ª edição que teve abertura ontem há um cardápio de superproduções que prometem arrasar nas próximas estreias mundiais, além de 21 filmes que disputarão a Palma de Ouro. Na exibição das obras de autores consagrados serão 11 sessões até o outro sábado, dia 19.

Um dos diretores mais respeitados da história, e velho conhecido do público, o franco-suíço Jean-Luc Godard tentará ganhar sua primeira Palma de Ouro aos 87 anos com o filme "Le Livre d'Image", que também é um dos mais esperados pela crítica. Quem também vai reaparecer é o americano Spike Lee.

Outros cineastas em destaque são o turco Nuri Bilge Ceylan, que sempre atrai elogios em Cannes; o polonês Pawel Pawlikowski, um vencedor em festivais europeus; o italiano Matteo Garrone; o chinês Jia Zhangke, figurinha carimbada na competição; o japonês Hirokazu Koreeda; o iraniano Jafar Panahi; o sul-coreano Lee Chang-Doon e o francês Christopher Honoré.

O júri da sessão oficial da Palma de Ouro será presidido pela atriz Cate Blanchett. Haverá um capítulo todo especial para a nova superprodução de Star Wars, um spin-off totalmente centralizado na figura icônica do carismático Han Solo, personagem eternizado por Harrison Ford e que em 2018 está na pele do ator Alden Ehrenreich.

Uma polêmica já se instalou no festival: uma decisão que não havia ano passado proibindo competir à Palma de Ouro os filmes que não tiveram estreia nos cinemas do mundo. O veto foi visto como um golpe em produções alternativas e, principalmente, nas produções da Netflix e HBO.

Mas Cannes vai dedicar um espaço generoso para o saudosismo e homenagear os clássicos e obras marcantes em suas décadas. Festejará os 40 anos do musical Grease, os 50 anos de 2001-Uma Odisseia no Espaço, e os 60 anos da obra-prima de Hitchcock, Vértigo.





08/05/2018
Publicitária vira neta de aluguel

Ao perceber que a atividade publicitária vive um processo de decadência em relação à realidade tecnológica do mundo digital, uma publicitária mineira de 28 anos botou os neurônios pra encontrar atalhos criativos e decidiu abandonar a agência onde trabalhava e inventou seu jeitinho de ganhar dinheiro.

Residente na cidade de Uberlândia, Bruna de Campos Barreto criou um novo serviço no mercado de trabalho, que batizou de "Neta de Aluguel". Uniu seus conhecimentos internéticos às necessidades tecno-cognitivas dos idosos e passou a ensiná-los a mexer em celulares, computadores e redes sociais.

A garota sempre foi uma referência em tecnologia para seus familiares e amigos, estava sempre disponível para tirar dúvidas quando o assunto era computador, notebook ou celular. Em julho de 2017, quando já se preocupava com o destino do mercado publicitário, criou um "flyer" com o termo "Neta de Aluguel".

"Primeiro ensinei meus pais a mexerem nos smartphones, depois minha avó comprou um notebook e eu ajudei a navegar na internet, fazer uma página no Facebook e a jogar paciência", disse ela quando procurada pelos jornais de Belo Horizonte. A divulgação começou no seu bairro, depois se espalhou.

Aos poucos ela foi estabelecendo um método de trabalho, aprendendo de acordo com as necessidades dos próprios idosos. Com sua avó, percebeu que importante fazer anotações básicas, um passo a passo, porque a idosa esquecia muito rápido. As anotações ajudaram a própria Bruna a lembrar.

Rapidamente, a quantidade de alunos foi aumentando e não dava mais para conciliar o trabalho na agência com a consultoria digital. O aluguel da neta se consolidou e foi preciso abrir um espaço físico para o serviço didático se tornar coletivo, tendo hoje sete alunos que diariamente aprendem com ela.

E a demanda diversificou até a faixa etária; nem só vovôs e vovós procuram Bruna, há alunos entre 28 e 87 anos. "Cada aluno tem um objetivo diferente", diz ela. "Meu aluno de 28 anos, por exemplo, é músico e pediu ajuda para divulgar o trabalho dele nas redes sociais".

Segundo a neta de aluguel, as maiores dificuldades dos seus alunos é memorizar as funções. Ela, então, entrega um material de apoio para que todos consigam realizar os trabalhos sozinhos, principalmente nos celulares que causam confusão na hora de mexer no WhatsApp ou enviar e postar fotos.

"É gratificante e desafiador ver o desenvolvimento da pessoa. Ela não conseguia preencher uma tabela e de repente aprende. É importante a gente contribuir com isso", revela a ex-publicitária. Um aposentado que perdeu parte da memória aprendeu com Bruna a enviar mensagem e fotos para a filha distante. A saudade sendo sanada passo a passo.





07/05/2018
84% rejeitam candidatos no RN

Uma rejeição generalizada. É o que mostra o questionário da aferição espontânea para Governador do Rio Grande do Norte na pesquisa Certus/FIERN publicada no domingo juntamente com outros dados referentes à campanha eleitoral para presidente da República, governador e senador do estado, além de avaliação de governos.


Nada menos que 83,9% dos eleitores potiguares não votam em nenhum dos candidatos ao governo do estado, como mostra o quadro retirado do próprio relatório da Federação das Indústrias do RN. São 61,56% que ignoram completamente os nomes na disputa (não sabem), somados a 22,34% que declaram não votar em nenhum deles.

O quadro da resposta espontânea, que melhor reflete a realidade da cabeça do eleitor, posto que não há o estímulo dos nomes, aponta o seguinte resultado, abaixo:

Não sabe, 61,56%
Nenhum, 22,34%
Carlos Eduardo, 4,33%
Carlos Alberto, 0,14%
Geraldo Melo, 0,64%
Fábio Dantas, 0, 21%
Kelps Lima, 1,21%
Fátima Bezerra, 5,89%
Robinson Faria, 1,13%
Outros, 1,28%
Não respondeu, 1,28%





29/04/2018
Um filme para Namor

O chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, se manifestou semana passada sobre a situação complicada em torno dos direitos autorais de um filme sobre o personagem Namor, o príncipe submarino, que há anos vem gerando pedidos dos fãs para ganhar sua própria aventura nas telas.
A Marvel sempre pensou em levar ao cinema um dos seus mais poderosos heróis, mas a questão é que os direitos legais de filmagem estão hoje ligados aos estúdios Universal, uma situação que semelhante com a do Homem-Aranha quando estava sob controle da Sony.
Há alguns anos, os direitos de um filme de Namor foram vendidos para a Universal, junto com vários outros personagens, alguns deles que costumavam aparecer no universo do Quarteto Fantástico. A maioria dos direitos já foi revertida para a Marvel, mas o monarca da Atlântida continua indisponível.
Namor é um dos personagens mais instigantes da Marvel e também o mais antigo, foi criado em 1939 por Bill Everett no mesmo período em que nasciam os grandes ícones da DC, como Superman, Batman e Mulher Maravilha. Em 1962, a dupla Stan Lee e Jacky Kirby o adaptou nas histórias do Quarteto Fantástico.
Nas aventuras publicadas no Brasil pela Ebal nos anos 60, Namor mantinha sempre uma relação conflitante com os quatro fantásticos, apesar de sempre atuar alinhado contra um inimigo comum. Era comum nas tramas um triângulo amoroso, posto que sua paixão pela Mulher Invisível era seu ponto fraco e motivo de irritação de Reed Richards.
Namor é extremamente poderoso, tem um comportamento arredio e estourado, de um profundo mau humor e rejeição aos humanos da superfície, uma postura oposta a do seu similar da DC Comics, Aquamam. Das batalhas travadas contra outros heróis Marvel, destaque para os encontros estrondosos com o Hulk e o Thor. Já o Tocha Humana e o Homem-Aranha são especialistas em irritá-lo.





27/04/2018
O cabide luxuoso

Quando a Constituição de 1988 foi promulgada e estabeleceu um novo e preponderante papel do Ministério Público na fiscalização e orientação das atividades administrativas em todas as esferas do serviço público, parecia que o país, enfim, teria algo de melhor a substituir os tribunais de contas.
A estrutura arcaica de uma repartição técnica com finalidade, em princípio, de auxiliar o Poder Legislativo, que ao longo das décadas se transformou num cabide luxuoso de emprego, principalmente no âmbito dos estados. No RN, assumiu função de depósito de ex políticos e de parentes de poderosos.
Num país onde até pra lamber selo na superfície de um envelope um carteiro tem que ser concursado, é estranho, até aberrante, o formato de nomeação e indicação de um conselheiro de contas. A composição atual da casa é um desfraldar de bandeiras partidárias e uma ramificação genealógica.
O parentesco político sequer ruboriza quando a atenção passa longe de algumas administrações, inatacáveis em suas contas, quando não ignoradas por coincidente gentileza. Com o estado em véspera de eleições, um candidato ao governo tem a sorte de contar com parentes e correligionários na banca.
Nos anos sessenta do século passado, conta-se até hoje um episódio folclórico envolvendo a má vontade do TCE com o governo do então jovem governador Aluízio Alves, que num ato rebelde e intempestivo mandou pintar as paredes externas da sede, na calada da noite, já que não podia limpar por dentro.
Os tempos hoje são outros, e a família Alves é quem mais tem influência no tribunal; o senador Garibaldi Filho tem um irmão e o primo Henrique Alves indicou três ou quatro integrantes quando mandava no PMDB. No lado externo do prédio, um panorama atlântico idílico, e do lado de dentro a tinta suficiente para os herdeiros de Aluízio decidirem o futuro de opositores e desafetos.
Até quando esse luxuoso auxílio político?





25/04/2018
Um Venom assustador

Dois meses atrás, os fãs do Homem-Aranha arrancaram teias das mãos de tão chateados com a decepção diante do primeiro teaser publicitário do filme do anti-herói Venom, o inimigo do aracnídeo que será interpretado pelo ator Tom Hardy na produção da Sony Pictures, pronta para estrear este ano.
Felizmente, o novo trailer divulgado nos últimos dias devolveu a empolgação aos fãs num resultado espetacular, já que as imagens divulgadas do vilão mostram o processo de transformação do repórter Eddie Brock no simbionte alienígena de aspecto sombrio e com dentes afiadíssimos de dar medo.
O ator Tom Hardy, que já interpretou um poderoso rival do Batman, Bane, vai dar vida ao personagem que já apareceu num filme do Homem-Aranha, de 2007, na pele do então jovem ator Topher Grace. Na trama, o simbionte negro se instala no próprio Peter Parker, que vive conflitos psicológicos, depois se transfere para o decadente repórter.
O filme do Venom será dirigido por Ruben Fleischer e é baseado no personagem criado por Todd McFarlane e David Micheline, que apareceu pela primeira vez no universo Marvel nas histórias da saga Guerras Secretas. Participam da trama nomes como Michelle Williams e Woody Harrelson.
Até agora, alguns rumores falam que poderá haver uma aparição do Homem-Aranha na produção, mas é muito provável que não. Em verdade, quando o primeiro trailer foi divulgado, nem o próprio Venom mostrou as garras e os dentes. A previsão de estreia é em 5 de outubro de 2018.





24/04/2018
Os atos do cabide luxuoso

Quando um colegiado emite parecer, desaprova contas de instituições e sugere intervenções, mas em sua composição há um elemento mentalmente incapaz à luz da Medicina, todos os processos não estariam comprometidos? 

O Ministério Público e o Judiciário sabem do fato, mas jamais se manifestaram para reparar tal aberração. Será para proteger o colegiado que representa politicamente todas as castas e oligarquias do Rio Grande do Norte?





18/04/2018
A terceira temporada da Casa de Papel

A plataforma Netflix anunciou o lançamento da terceira temporada da série espanhola "A Casa de Papel" somente em 2019. 

A empresa produtora e distribuidora de filmes e séries, uma das mais importantes do setor tecnológico dos EUA, aumentou em 63% seus lucros no primeiro trimestre de 2017, somando 290 milhões de dólares.

A série produzida por Atresmedia e Vancouver, que laportou na Netflix em dezembro passado, se converteu num fenômeno mundial, sendo a série de fala não inglesa mais vista até agora.

Na Espanha a trama original do canal Antena 3 tinha episódios que duravam 70 minutos, e na Netflix foram reduzidos, transformando a primera temporada em duas, cada uma com 13 e 11 capítulos respectivamente.





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