BLOG DO ALEX MEDEIROS

29/07/2017
Quem substituirá Neymar?

Um dos assuntos mais discutidos na mídia esportiva espanhola e brasileira é a provável saída de Neymar das fileiras do Barcelona.

Falam que as negociações estão quase fechadas com o PSG. O próprio presidente do time catalão, Josep Maria Bartomeu, já disse que se o brasileiro quiser ir que pague uma multa prevista numa cláusula do contrato e vá.

Enquanto as coisas não se definem, torcedores e especialistas tentam adivinhar como seria coberta a ausência de Neymar no ataque azulgraná.

Um canal esportivo brasileiro chegou a fazer enquete com os telespectacores, colocando nomes especulativos como Coutinho, Gabriel Jesus e outros na votação. Na verdade, o Barcelona não pensa em outro brasileiro para a posição.

Segundo reportagens nos diários esportivos da Espanha, a diretoria do time de Messi está dividida entre o argentino Dybala, da Juventus, e os franceses Griezmann, do Atlético de Madrid, e Mbappé, do Mônaco.





27/07/2017
Lava Jato: PF prende ex-presidente da Petrobras e do BB

A Polícia Federal cumpriu na manhã desta quinta-feira (27), no Distrito Federal e em Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo, mandados judiciais, entre eles, três de prisão temporária e 11 de busca e apreensão, na 42ª fase da Lava Jato. Os alvos principais, segundo nota do Ministério Público Federal no Paraná (MPF-PR), são Aldemir Bendine, ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil (BB), e operadores financeiros suspeitos de participarem do recebimento de R$ 3 milhões em propinas pagas pela Odebrecht. O ex-presidente da Petrobras foi preso em Sorocaba.

Bendine esteve no comando do BB entre 17 de abril de 2009 e 6 de fevereiro de 2015, e foi presidente da Petrobras entre 6 de fevereiro de 2015 e 30 de maio de 2016. De acordo com o MPF-PR, existem evidências de que ele pediu propina à Odebrecht AgroIndustrial.

"Numa primeira oportunidade, um pedido de propina no valor de R$ 17 milhões realizado por Aldemir Bedine à época em que era presidente do Banco do Brasil, para viabilizar a rolagem de dívida de um financiamento da Odebrecht AgroIndustrial. Marcelo Odebrecht e Fernando Reis, executivos da Odebrecht que celebraram acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, teriam negado o pedido de solicitação de propina porque entenderam que Bendine não tinha capacidade de influenciar no contrato de financiamento do Banco do Brasil", diz a nota.

Além disso, segundo o MPF, "há provas apontando que, na véspera de assumir a presidência da Petrobras, o que ocorreu em 6 de fevereiro de 2015, Aldemir Bendine e um de seus operadores financeiros novamente solicitaram propina a Marcelo Odebrecht e Fernando Reis. Desta vez, as indicações são de que o pedido foi feito para que o grupo empresarial Odebrecht não fosse prejudicado na Petrobras, inclusive em relação às consequências da Operação Lava Jato."

Aparentemente os pagamentos somente foram interrompidos com a prisão do então presidente da Odebrecht. O nome da fase, batizada de Cobra, é uma referência ao codinome dado ao principal investigado nas tabelas de pagamentos de propinas apreendidas no chamado setor de operações estruturadas da Odebrecht durante a 23ª fase da Lava Jato.

Pagamentos

Com receio de ser prejudicada na Petrobras, a Odebrecht, conforme depoimentos de colaboradores, informações colhidas em busca e apreensão na 26ª fase da Lava Jato (operação Xepa) e outras provas, optou por pagar a propina de R$ 3 milhões. O valor foi repassado em três entregas em espécie, no valor de R$ 1 milhão cada, em São Paulo. Esses pagamentos foram realizados no ano de 2015, nas datas de 17 de junho, 24 de junho e 1º de julho, pelo Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht.

Já neste ano de 2017, um dos operadores financeiros que atuavam junto a Bendine confirmou que recebeu a quantia de R$ 3 milhões da Odebrecht, mas tentou atribuir o pagamento a uma suposta consultoria que teria prestado à empreiteira para facilitar o financiamento junto ao Banco do Brasil. Todavia, a investigação revelou que a empresa utilizada pelo operador financeiro era de fachada.

Além disso, segundo o MPF, não foi apresentado nenhum material relativo à alegada consultoria e não foi explicado o destino de valores, a forma oculta do recebimento, a ausência de contrato escrito para serviços de valor milionário e o motivo da diminuição do valor de tais serviços, que inicialmente seriam, conforme reconhecido pelo próprio operador, de R$ 17 milhões, para R$ 3 milhões.

De acordo com as investigações, buscando dar aparência lícita para os recursos, o operador financeiro, após tomar ciência das apurações, efetuou o recolhimento dos tributos relacionados à suposta consultoria, cerca de dois anos após os pagamentos, com o objetivo de dissimular a origem criminosa dos valores. Há indícios que a documentação também foi produzida com intuito de ludibriar e obstruir as investigações.

A colaboração premiada dos executivos da Odebrecht foi o ponto de partida das investigações. A partir daí, a investigação se aprofundou e revelou estreitos vínculos entre os investigados e permitiu colher provas de corroboração dos ilícitos narrados. Dentre as diligências efetuadas estão análise de ligações telefônicas, identificação junto a hotéis de reuniões secretas, descoberta mediante análise de cartões de crédito de encontros em restaurantes, colheita de comunicações ocultas por aplicativos de celular que eram destruídas em tempo pré-determinado para apagar os vestígios de crimes, bem como exame de anotações que apontam para pagamentos de despesas de hospedagem em favor de familiares de Aldemir Bendine.

Audácia de criminosos

Para o procurador da República Athayde Ribeiro Costa, "é incrível topar com evidências de que, após a Lava Jato já estar em estágio avançado, os criminosos tiveram a audácia de prosseguir despojando a Petrobras e a sociedade brasileira. Os crimes recentes são a prova viva de que a prisão é necessária para frear o ímpeto criminoso de um esquema que vem desviando bilhões há mais de década".

"Há quem fale que as investigações contra a corrupção têm que acabar, mas casos como esse deixam claro que os criminosos não vão parar. Pregar o fim da Lava Jato é defender a liberdade para os ladrões do dinheiro público prosseguirem. Se queremos um Brasil com menos corrupção, é preciso ir até onde eles foram e estão dispostos a ir", disse a procuradora da República Jerusa Burmann Viecili.

"Preocupa a todos nós o arrefecimento do investimento na Lava Jato pela direção da Polícia Federal", destacou o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa no MPF/PR. "Das últimas sete operações da Lava Jato, seis foram pedidas pelo Ministério Público. É preciso preservar o trabalho da Polícia Federal nas investigações. O Ministro da Justiça e o Delegado-Geral têm poder e a consequente responsabilidade sobre o tamanho do efetivo, que foi reduzido para menos de metade", completou.

Agência Brasil





27/07/2017
Deputado quer turismo forte no Alto Oeste

Rica em belezas naturais, cultura, gastronomia e lazer, a região do Alto Oeste apresenta um grande potencial econômico diante do contexto do turismo regional. De acordo com deputado estadual Galeno Torquato (PSD), para que a atividade possa se consolidar como um setor a ser desenvolvido, é preciso motivar o poder público e a sociedade potiguar a perceberem a importância da região para a atividade turística do Rio Grande do Norte e a se engajarem na causa.

O parlamentar destaca algumas ações pontuais, como o mapeamento dos potenciais turísticos de 23 cidades do Alto Oeste. Entre os municípios que fazem parte do que foi designado como o Circuito das Serras, encontram-se as cidades de Água Nova, Alexandria, Antônio Martins, Coronel João Pessoa, Doutor Severiano, Encanto, Francisco Dantas, Frutuoso Gomes, João Dias, José da Penha, Luiz Gomes, Major Sales, Marcelino Martins, Martins, Patu, Pau dos Ferros, Portalegre, Rafael Fernandes, Riacho da Cruz, Serrinha dos Pintos, Venha-Ver, Viçosa e São Miguel.

Além do monitoramento, Galeno Torquato defende a capacitação e qualificação tanto do empresariado interessado em atuar no setor turístico, quanto a mão de obra disponível para operacionalizar as atividades que compõe o setor, que interagem com mais de 50 atividades da indústria do turismo, sendo, no Rio Grande do Norte, o maior empregador e responsável pela segunda maior fonte de receita.

Galeno Torquato aponta ainda a necessidade de um maior engajamento entre as bancadas estadual e federal. Ele defende que o turismo deve ser um dos principais focos de engajamento e de união dos políticos. "É necessário que as emendas parlamentares sejam destinadas para o setor", pontuou.

"Responsável por uma das principais receitas do Estado, o turismo potiguar tem opções a serem descobertas que vão além das belezas naturais dos municípios litorâneos. No interior é possível conhecer engenhos centenários, açudes, tesouros arqueológicos e atrações que trazem a cultura regional através da gastronomia, música, história e costumes rurais. É para fortalecer esse segmento", defende o deputado Galeno Torquato.





27/07/2017
No prelo

Hai-kais e sonetos no universo mágico e híbrico da garota imortal de Lewis Caroll.





20/07/2017
No mundo da Lua

Sôbre fina camada de areia lunar, molda-se uma imprevista escultura: a forma da galocha de um astronauta. Com esta frase, com direito ao circunflexo apropriado à gramática da época, o jornalista Zevi Ghivelder iniciava o curto editorial da revista Manchete de 16 de agosto de 1969.

Era a edição especial com as fotos e narrativas da aventura que ficaria marcada como a mais fantástica da humanidade no século XX. A viagem da nave Apollo 11 ao satélite terrestre mexeu com as mentes do mundo, já tão mexidas no caleidoscópio de ideologias em que se transformou aquela década de sonhos.

A Lua deixara de ser um astro brilhante, solto na imensidão do espaço e de interesse apenas dos namorados e dos poetas que voavam em órbita de um parnasianismo sem fim. A morada de São Jorge e de misteriosas guerreiras selenitas virou o centro das atenções, o núcleo da galáxia. A Pedra da Lua ganhou notoriedade de jóias.

O impacto da notícia de um homem andando em solo lunar, a superação do percurso espacial, a cobertura midiática com as imagens da televisão, tudo isso mudou a vida sobre a Terra. A grande foto em duas páginas de Edwin Aldrin instalando um sismógrafo no chão da Lua era a consagração da raça humana.

Éramos os senhores do universo, uma minúscula espécie que conseguiu sair do seu mundo e viajar até outros, além das barreiras físicas e espaciais. A missão Apollo 11 conseguiu ser tema de todas as tribos filosóficas, dos executivos de Nova York aos universitários de Paris, dos militares brasileiros aos hippies de São Francisco.

Científica para uns, filosófica para tantos, bélica para alguns, profética para muitos e lisérgica para outros. Todo mundo tinha um motivo e uma história para narrar em torno da conquista da Lua. Eu, com apenas 10 anos, vivia o clima de ficção com figurinhas de astronautas e os episódios sempre emocionantes da série de TV Perdidos no Espaço.

Entre os dias 20 de julho, quando o módulo da Apollo 11 pousou na Lua, e 18 de agosto, o último dia do Festival Woodstock na cidade de Bethel, em Nova York, a humanidade viveu mais transformações culturais e ideológicas do que todos os anos vividos até aquele período do século XX.

Dali em diante, eu vi a revista Manchete algumas vezes até consegui-la em definitivo para meu acervo de velharias gráficas. Quando passei suas páginas aos vinte e poucos anos, já com uma idéia pré-formada do mundo, foi rápido perceber a diferença de impacto visual em relação à primeira vez, na infância.

São imagens espetaculares, um documento dos mais valiosos em toda a História do homem. Talvez só superadas pelas imagens televisivas, que, dizem, foram perdidas pela NASA. Por mais que existam as teses conspiratórias sobre a farsa cinematográfica montada pelos EUA, a viagem à Lua é um divisor de águas, ou de espaço.

Para as atuais gerações tão íntimas das mais incríveis tecnologias, acostumadas com a informática, o microcosmo dos chips, a ciência tornando real cada vez mais as coisas da ficção literária, talvez não entenda a grandeza e fenomenologia em torno do primeiro pouso de uma nave terráquea na Lua.

Neil Amstrong, o comandante da missão, provavelmente não sacou do improviso para lançar à História o comentário "Um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para a humanidade". Deve ter partido da Terra já com o slogan pronto, fruto do eficiente marketing que enleva a sociedade norte-americana.

Outra frase muito badalada de Armstrong e considerada enigmática durante mais de vinte anos após a alunissagem do módulo e seu pisar sobre os astros, foi "Boa sorte, Mister Gorsky", um cumprimento ao voltar para a nave que sugeria a existência de um interlocutor com nome russo ou de outra nação do Leste Europeu.

Somente muito depois, quando a Lua já virara até destino turístico, o astronauta revelou o mistério do comentário. Ainda menino, ouviu uma voz feminina, vindo da casa vizinha dos seus pais, dizendo: "sexo oral, só quando o filho do vizinho pisar na Lua". E naquele momento histórico e solene, lembrou e felicitou o marido da vizinha.

Quase meio século depois do feito de Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins, sempre que volto a folhear a velha revista Manchete (como hoje) o clima de 1969 me orbita a alma.

E no mundo atual das imagens digitais, dos megatelescópios revelando galáxias distantes, a emoção das fotos das câmeras Hasselblad, com lentes Zeiss Biogon, é a mesma do passado. Imutável como o prazer do casal Gorsky em cada casal de hoje e do futuro.





19/07/2017
Mais um livro

Novos hai-kais e velhos sonetos nos ventos de agosto e setembro. Mais uma edição da Livros de Papel, de Mário Ivo Cavalcanti, com prefácio de Rubens Lemos Filho.





19/07/2017
Hai-kai

Em tempos glaciais
o fogo da poesia
purifica musas e quetais.





Veja o video:

14/07/2017
O Jeep no Rock

Em nova campanha para celebrar o Dia do Rock (13 de julho), a Jeep une música a modelos do clássico carro.

A montadora reuniu faixas do estilo que marcaram os últimos 70 anos em uma playlist no Spotify, serviço de streamming de música.

Também numa coletânea dos sucessos, a marca fez parceria com a Rádio Rock ((89.1 FM) sob o mote "Uma homenagem para quem transforma atitude em trilhas" em que transmitirá as músicas de rock dos últimos anos.

Além disso, a marca fez uma campanha em que o guitarrista Edgard Scandurra homenageia acordes dos anos 1950 à 2010 junto aos carros que fizeram sucesso nas mesmas décadas. O filme está circulando nas redes sociais da marca.

Fonte Meio&Mensagem





14/07/2017
As beatas de Lula

Os envenenados pelo messianismo ideológico acreditam na mitificação da mentira repetida como verdade e se transformam, na beatificação incauta, passando a doutrinar outros sobre milagres de Lula que a luz da razão provou serem obras do charlatanismo político.

Incrível como o petismo militante produz textos empanturrados de feitos mirabolantes que jamais ocorreram nos governos corruptos de Lula e Dilma.

E os seguidores do condenado, cegos numa religiosidade travestida de simpatia, agem na histeria coletiva de uma seita e saem a verbalizar como oração a defesa do líder popular que em treze anos virou chefe de quadrilha e comandou o mais ousado projeto criminoso de desvio do dinheiro público na América Latina.

A História, que não é ficção de liturgia sectária, já tem um lugar pra perpetuar Luiz Inácio Lula da Silva como o primeiro presidente da República Federativa do Brasil a ser condenado pela Justiça por corrupção e lavagem de dinheiro.





12/07/2017
Senador do Paraná visita Natal

O senador Álvaro Dias (de roupa escura na foto), pré-candidato a Presidência da República em 2018 pelo partido Podemos, estará na capital potiguar entre os dias 28 e 29 para conversas com correligionários e fazer contatos com eleitores da cidade.

Um dos poucos integrantes do Senado Federal a passar incólume por investigações como a Lava Jato, o político paranaense tem baixa rejeição em algumas pesquisas e adota um discurso moralizador contra a dicotomia estabelecida entre PT e PSDB há duas décadas.

Álvaro Dias tem um grande amigo em Natal, dos tempos de juventude em Curitiba. O empresário do setor de venda e aluguel de imóveis, Caio Fernandes (de camisa branca).





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