BLOG DO ALEX MEDEIROS

10/09/2018
Jogos de hoje e amanhã na Liga das Nações

Portugal x Itália
Suécia x Turquia
Escócia x Albânia
Sérvia x Romênia
Montenegro x Lituânia
Andorra x Cazaquistão
Malta x Arzebaijão
Kosovo x Ilhas Faroe

TERÇA-FEIRA

Islândia x Bélgica
Espanha x Croácia
Bósnia x Áustria
Finlândia x Estônia
Hungria x Grécia
Moldávia x Bielorrússia
San Marino x Luxemburgo





10/09/2018
Começa a cair rejeição de Bolsonaro

A nova pesquisa do Instituto Datafolha será divulgada nesta segunda-feira à noite, no site do jornal Folha de S. Paulo, no portal UOL e no Jornal Nacional da TV Globo. O campo foi realizado no final de semana e mostrará a primeira aferição após o atentado que vitimou o candidato Jair Bolsonaro, do PSL.

Algumas redações, como a do portal O Antagonista, já estão adiantando que a pesquisa mostrará o crescimento da intenção de voto em Bolsonaro, que estaria com 30%, e também uma queda vertiginosa de Marina Silva, da Rede. O candidato Ciro Gomes (PDT) teria se cristalizado no segundo lugar.

Hoje também já circula na internet e nas redes sociais uma pesquisa do banco BTG-Pactual, que mostra Bolsonaro com o dobro da preferência de Lula na pesquisa espontânea. Eles teriam 26% e 12% respectivamente. 

Na aferição estimulada, Bolsonaro lidera com 30%, seguido por Ciro com 12%, tendo Marina, Alckmin e Haddad todos com 8%. Os candidatos João Amoedo (Novo), Álvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB) têm 3%. Enquanto Boulos (Psol) e Daciolo (Patriota) estão com 1%.





10/09/2018
Liga das Nações reúne a nata da Europa

Menos de dois meses após a Copa do Mundo da Rússia, o mundo está outra vez diante de grandes jogos, agora na recém-criada Liga das Nações da UEFA, reunindo as seleções da Europa. Na estréia, os fãs do futebol-espetáculo já tiveram o duelo França x Alemanha. Os jogos estão sendo transmitidos no Brasil pelo canal TNT, disponível nas maiores operadoras de TV e por aplicativo.





06/09/2018
Jair Bolsonaro contra os merdas

No dia 22 de junho de 1941, as tropas nazistas invadiram a União Soviética. Vinte dias depois, o primeiro-ministro britânico Winston Churchill propôs ao presidente russo Joseph Stálin um tratado de aliança com o objetivo específico das duas nações combaterem juntas o terror do Terceiro Reich.

Diante da parceria sugerida por Churchill, setores da oposição no Parlamento e também da imprensa questionaram tal aproximação com um ditador comunista afamado por executar divergentes internos. O velho sábio respondeu: "Se Hitler ameaçar invadir o inferno, eu me alio imediatamente com o demônio".

Nos rebeldes anos 1960, quando as chamas das barricadas de Paris se espalharam pelo mundo, os ideólogos marxistas perceberam a potência revolucionária dos estudantes, e logo a esquerda se aproximou de todas as rebeliões juvenis, inclusive assimilando o rock, o sexo livre e as drogas.

Não demorou e os movimentos comunistas na América Latina se juntaram à Guerra do Vietnã como preocupações imediatas de Washington, levando o establishment da Casa Branca e do Pentágono a iniciar uma contraofensiva. Do Brasil ao Equador, Che Guevara já ameaçava Elvis Presley em culto.

A providência mais adequada para evitar uma total adesão da juventude latina aos partidos de esquerda partiu do setor de inteligência, especificamente da CIA, que elaborou ações estratégicas com alcance na cena cultural do continente que estimulava a simpatia e adesão ao movimento hippie.

Com a eclosão dos atos terroristas da esquerda, dos focos de guerrilha urbana que englobavam assaltos a bancos e sequestros de personalidades, os homens da CIA e também do FBI justificavam a contemporização com o mundo lisérgico afirmando que "era melhor um jovem ser hippie do que guerrilheiro".

Os dois episódios acima, sobre Churchill e a CIA, representam uma ação tática de fator preventivo contra o mal maior, contra o inimigo mais venal. Lênin tinha a tese do companheiro de viagem, ilustrada num vagão de trem onde dois estranhos se tornavam amigos de percurso, mas só até o fim da jornada.

A eleição presidencial no Brasil tem hoje uma única alternativa com chances futuras de enfraquecer a esquerda, principalmente PT, PCdoB, Psol e PSTU, que se chama Jair Bolsonaro. Não tem um grande perfil para administrar o país, nem bagagem de conhecimentos; mas é inimigo dos comunistas.

A vitória de Bolsonaro nas urnas, interrompendo décadas de governos esquerdistas e centro-esquerdistas, é essencial para que em quatro anos de poder a conjuntura favorável aos aloprados se desmanche, perca a periculosidade em relação à imposição de pautas escrotas e escatológicas.

Quando algum amigo refuta o voto em Bolsonaro, dizendo que ele é uma merda, evito maiores debates dizendo que entre a grande merda que é a esquerda, o capitão é a merda disponível com menor fedor e sujeira. Só Bolsonaro é capaz de enfrentar pra valer o futuro de merda que o PT planejou.





06/09/2018
O super-herói jornaleiro

Saiu, enfim, o primeiro teaser trailer do filme do Capitão Marvel, que vem com o título de Shazam, outro nome do personagem a partir da sigla que quando pronunciada concede poderes ao garoto Billy Batson. É a união das primeiras letras de seis entidades: Salomão, Hércules, Atlas, Zeus, Aquiles e Mercúrio.

O leitor pode assistir agora a peça de divulgação na capa do Galo Informa. Aos antigos fãs do super-herói, informo que o filme vem todo baseado na história da origem dos poderes, e que foi tema da revista número 1 que a Ebal publicou no Brasil em setembro de 1973.

Aos fãs da nova geração, aviso que apesar do nome Capitão Marvel, nada há em relação aos estúdios responsáveis pelos Vingadores e outros heróis da Marvel. Shazam é a segunda figura voadora da DC Comics, criada em 1939 no rastro do Superman (1938) e no mesmo ano do surgimento do Batman.

Era tão evidente, e assumidamente escancarada a referência do Superman na criação da dupla C. C. Beck e Bill Parker, que mais de trinta anos depois do lançamento, a revista do Shazam chegou no Brasil com uma capa em que a imagem do herói de Kripton se destacava apresentando o seu semelhante.

Nas imagens que ilustra este artigo, com a capa e as páginas da edição de 73 (além do ator Zachary Levi que encarna o herói no filme), o leitor poderá comparar com o trailer lá no site para conferir a fidelidade do diretor David Sandberg com a aventura de estreia na revista em quadrinhos da velha Ebal.

Na assumida inspiração do Superman, até o ambiente jornalístico foi mantido, com as figuras de Clark Kent e Billy Batson trabalhando em jornais, dissociados nas funções, já que o primeiro é um repórter e o segundo é um gazeteiro. Para quem não sabe, Capitão Marvel foi pioneiro como super-herói no cinema.

Em 1941, quando Batman, Mulher Maravilha, Namor e Capitão América nem tinham fãs clubes como o Superman, o garoto que se transformava num adulto poderoso ganhou uma série de 12 episódios exibidos ao final das sessões de cinema, com o ator Tom Tyler (assíduo nos faroestes) de protagonista.

Aventuras da velha série ainda podem ser vistas nos canais do YouTube, assim como uma outra produção da rede CBS que foi ao ar entre 1974 e 1977, com exibição posterior no Brasil através do SBT. Nos anos 1950, quando Superman ganhou a segunda série, os dois heróis se esbarraram na Justiça.

Acusado de plágio pela editora National Comics (atual DC), Shazam foi aos poucos perdendo a casa em que nasceu, a Fawcett Comics. Mesmo após se mudar para a DC, a rivalidade com o Superman permaneceu no imaginário dos leitores de HQ, ao ponto da revista Mad publicar uma batalha hilária em 1953.

A verdadeira briga nos quadrinhos só veio em 1979, na edição 58 da revista americana All-News Collectors Edition. O título "Superman vs Shazam" foi reproduzido no Brasil em 1980 numa edição da Ebal. Essa briga deverá continuar, pois já há quem diga que o filme que estreia em 2019 é o melhor da grife DC, superando todos os do homem-de-aço. Será?





Veja o video:



03/09/2018
Nas cinzas da História

"Triste constatação
o Rio já tava morto
hoje foi a cremação
"

Entre estupefação e ira, cometi o hai-kai para resumir o quadro de degradação do Rio de Janeiro, a nossa Marvel City que só continua linda vista de cima, na janela de um avião, ou nas imagens dos tempos de glamour e paz. O fogo provocado pelo descaso alastrou tão rápido quanto a insensatez pública.

Das 19h30 às 21h da noite de domingo, as labaredas engoliram 200 anos de história no Museu Nacional, primeira instituição científica do país e referência mundial. Havia múmias egípcias, artefatos de Pompeia, e nosso primeiro fóssil humano. Após milhares de anos no ventre da terra, sumiram em minutos.

O incêndio foi a materialização da nossa desgraça cultural e tecnocientífica, que vem morrendo à míngua há décadas, pela indiferença de governos em série. Não há inocentes no meio das cinzas do Palácio de São Cristovão, como já não houve nos sinistros anteriores que levaram pedaços de nossa gente.

O filósofo e poeta simbolista francês, Paul Valery, disse que "os livros têm os mesmos inimigos que o homem: o fogo, a umidade, os bichos, o tempo e o próprio conteúdo". Na verdade, no caso brasileiro, a cultura num todo tem por aqui apenas um inimigo: o homem público, o político escroto e mau caráter.

O Museu Nacional vinha se deteriorando faz tempo, alvo desse inimigo, que (data vênia Paul Valery) não planeja nem pensa cultura fazendo prevenção de incêndio, contendo a umidade, afastando bichos, observando a interferência do tempo e zelando pelo conteúdo. Todos os governos são culpados da tragédia.

No Brasil há bilhões de reais destinados a um famigerado fundo partidário que financia a farra eleitoral dos partidos. Há verbas generosas e graciosas para artistas vagabundos, para atos escatológicos travestidos de projetos artísticos. Não faltam uns milhõezinhos para mentes vaidosas mascaradas pela prática científica. E há até gastos para formar militantes políticos em universidades.

Pior é ver durante a consternação nacional mensagens cínicas de quem nada fez pela cultura quando teve chances. No Twitter, o palerma presidente da República postou que a perda era incalculável, que não se podia mensurar os danos do prédio histórico. Ora, Michel Temer! Não se calcula é sua cretinice.

Por outro lado, a cínica senadora Gleisi Hoffmann latiu a baboseira de que o museu foi vítima do golpe da turma do austericídio, dos tucanos e de Bolsonaro. Esqueceu que ela era chefe da Casa Civil quando Dilma cortou verbas da UFRJ a partir de 2013, provocando o fechamento do museu em 2015.

Há pouco tempo se comemorou os 200 anos do Museu Nacional, numa grande cerimônia que não apareceu nenhum político. Numa entrevista à GloboNews, o sub-diretor da entidade confirmou que Juscelino Kubitschek foi o único presidente eleito a visitar o local, em 1958. E ainda ironizou: "os presidentes militares vieram".

De José Sarney a Michel Temer, todos os canalhas que nos governaram serviram de combustão para o fogo da insensatez política que reduziu a cinzas o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista





02/09/2018
O preço do fundo partidário

Além de já ser um absurdo financiar partidos e candidatos com dinheiro público, agora o famigerado fundo que canaliza a grana para os diretórios partidários está provocando o maior cu de burro na campanha eleitoral, em diversos estados.

Tem sido difícil evitar desentendimentos entre candidatos e dirigentes na distribuição do quinhão que é transferido pelos diretórios nacionais para os regionais.





02/09/2018
Mais de 70% sem candidato a governador

A FIERN publicou neste domingo mais uma pesquisa do Instituto Certus, a terceira de uma série de cinco aferições contratadas via concorrência onde participaram outros dois institutos de Natal.

No questionário mais relevante, com pergunta espontânea sobre a preferência para governador do estado, a soma de "Nenhum" e "Não Sabe" atinge 70,35% contra apenas 12.26% da soma de todos os candidatos.

Na aferição espontânea, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, a candidata do PT, Fátima Bezerra, tem 32,84%; seguida de Carlos Eduardo Alves (PDT) com 15,74% e o governador Robinson Faria (PSD) com 8,37%.

A disputa para o Senado apresenta uma indiferença do eleitor ainda maior do que a de governador. O capitão Styvenson (Rede), tem 10,85%, empatado tecnicamente com Garibaldi Filho (MDB) que tem 10,39%. A seguir vem Zenaide Maia (PHS) com 8,48%, Geraldo Melo (PSDB) com 7,41% e Antonio Jácome (Podemos) com 3,65%.





02/09/2018
Sempre nascem estrelas

1937. Imaginemos a coluna "Palco e Estrelas", no jornal A República, anunciando mais um grande sucesso do cinema americano sendo exibido na tradicional "sessão das moças" na tela do sofisticado Royal Cinema. Em cartaz, Nasce uma Estrela, protagonizado pela dupla Janet Gaynor e Fredric March.

No roteiro, a busca de uma jovem chamada Esther que sonha conquistar espaço em Hollywood e na Broadway. Com uns trocados juntados pela avó, ela vai para a cidade do cinema e tenta um emprego de figurante. Numa primeira saída na noite, conhece seu ídolo, o ator Norman Maine, já decadente.

Muitas donzelas e senhoras natalenses devem ter lacrimado com a relação de Esther e Norman; ele tentando colocá-la nas telas enquanto sua fama se desmancha no alcoolismo que já não controla. O título do filme está diretamente ligado ao fato de que ela se torna estrela no apagar dele.

1954. Talvez a versão do original dirigido em 37 por William Wellman tenha chegado em Natal somente em 1955. Na releitura do diretor George Cukor, ele juntou dois queridinhos do público no mundo inteiro: a atriz Judy Garland e o ator James Mason. O Cine Rio Grande lotou na estreia de Nasce uma Estrela.

Mais uma vez, como 17 anos atrás, muitos natalenses viram o drama da sonhadora que galga a fama na companhia de um astro tomado pelo vício em álcool. O estrelato alcançado por Esther (nome artístico Vicki Lester) é abalado pelo desequilíbrio emocional do marido. Aí está o que dá dramaticidade à fita.

1976. O clima natalino envolvia o Grande Ponto com as vitrines decoradas e o cheiro de caju nas calçadas. Aos 17 anos, poucos dias antes gastei uns trocados na compra do almanaque da Ebal, que juntava numa só edição os super-heróis Superman, Shazan e Batman. Agora, eu queria ir ao cinema.

No cartaz envidraçado do Cine Nordeste, a grande foto em tonalidade sépia de Bárbra Streisand e Kris Kristofferson se beijando. Ambos reencarnando o velho clássico Nasce uma Estrela, desta feita dirigido por Frank Pierson, que naquele mesmo ano ganharia um Oscar de roteiro original por Um Dia de Cão.

O casal do drama agora se chamava Esther Hoffman e John Norman Howard. Obviamente a nova versão tinha elementos tecnológicos e financeiros para dar dimensão maior ao fator emocional da plateia. Outra força do filme foi a trilha sonora, que logo alavancou um LP de Barbra e reafirmou o talento de Kris.

2018. Vale a pena aguardar o lançamento por aqui, não mais nos cinemas de rua e sim de shoppings, a quarta narrativa de Nasce uma Estrela, primeiro longa-metragem dirigido pelo ator Bradley Cooper que acumula a função de protagonista contracenando com a cantora Lady Gaga, estreante nas telas.

O casal agora se chama Jackson Maine e Ally, envolvido no mesmo drama original mas envolto numa pegada mais forte, sem romantismo flor de laranja, colocada por Cooper, que dirigiu sozinho a partir de um roteiro que dividiu a feitura com Eric Roth e Will Fetters. Foi aplaudido no Festival de Veneza e considerado pela mídia um nocaute emocional. Que venha a estrela Gaga!





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