BLOG DO ALEX MEDEIROS

23/08/2016
Assembleia resgata 100 anos de história

Mais de 100 anos de história, que inclui a origem dos municípios potiguares, a história do Parlamento e dos próprios potiguares. O trabalho de resgate e preservação está sendo feito pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte através do levantamento e catalogação de um acervo que remonta ao século passado, exatamente ao ano 1901. O acervo textual, bibliográfico, audiovisual, sonoro, informático e cartográfico do parlamento, desde essa data até os dias atuais, está sendo levantado num trabalho realizado pela Gerência e Serviços Gerais de Arquivos, vinculada à Secretaria Administrativa da Casa.

A equipe de sete servidores fez um curso preparatório especialmente para cumprir esta missão, numa parceria da Assembleia Legislativa com a UFRN. Eles estão se debruçando sobre um volume de documentos que corresponde a 581 metros lineares de arquivos. São papeis e outras formas documentais que compõem partes de uma história que após a catalogação, será devidamente preservada e posteriormente disponível em arquivos digitalizados para consulta do Parlamento e da própria população. Além de documentos administrativos, o acervo inclui fitas cassete, fitas VHS, mapas, CDs, entre outros.

O trabalho vem sendo realizado minuciosamente, por ordem cronológica decrescente, a partir de 2016 em direção aos anos iniciais. Uma parte já está concluída. Até o ano 2010 os documentos já passaram pelo detalhado processo de limpeza para remoção de ácaros.

O primeiro passo está sendo a cuidadosa higienização e organização dos documentos, para que não sejam danificados. As regras seguem as normas do Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ), do Ministério da Justiça, vinculado ao Arquivo Nacional. "Participamos de um curso oferecido em parceria com a UFRN e a partir daí começamos a organizar o arquivo", afirma Voltaire Maia.

A história dos municípios do RN também consta do acervo documental. Após a conclusão deste trabalho, com a catalogação e digitalização concluídas, todos os dados estarão disponíveis para consulta não só do Parlamento, mas de todos os interessados.





22/08/2016
Os mitos dos Jogos do Rio

Terminadas as Olimpíadas, após 16 dias de competição reunindo os mais talentosos atletas do planeta no Rio de Janeiro e outras cidades, é preciso relembrar e remarcar o protagonismo de alguns gênios esportivos que maravilharam o mundo com suas performances de semideuses olímpicos.

Figuras como Michael Phelps, Usain Bolt, Simone Biles, Katie Ledecky, Katinka Hosszu, Mo Farah, Elaine Thompson e as equipes masculina e feminina de basquete dos EUA e de voleibol masculino do Brasil demonstraram um alto nível de competividade e talento para nunca ser esquecido quando falarmos do legado do Rio 2016.

Phelps: Os Jogos do Rio serviram para aumentar a lenda em torno daquele que é chamado de "Tubarão de Baltimore". O cara chegou como o melhor nadador de todos os tempos e maior atleta olímpico da História, e apesar dos 31 anos (idade muito superior à média dos campeões de natação) seguiu acumulando medalhas sem sequer tempo para o descanso. Cinco ouros e uma prata que completaram sua marca de 28 medalhas.

Bolt: Pela terceira vez disputando uma Olimpíada de forma consecutiva, o homem mais rápido que já correu pela Terra desde o deus grego Hermes conseguiu a façanha de ser tricampeão nos 100 metros, nos 200 e no 4x100. Com 30 anos completados no Brasil, o jamaicano se mostrou muito superior a todos os seus adversários. Sai do Rio com uma marca pessoal quase impossível de ser batida algum dia.

Biles: A garota americana surpreendeu o mundo da ginástica com uma atuação impecável no Rio, levando a imprensa e os especialistas a fazerem comparações com verdadeiras lendas da modalidade, como a romena Nadia Comaneci e soviética Larisa Latanynina. Conquistou quatro ouros e um bronze e fez história.

Thompson: A Jamaica que já foi sinônimo de reggae e maconha, e que passou a ser chamada de país da velocidade por causa de seus "the flashes" masculinos, o é também pela figura feminina de Elaine, ganhadora dos 100 e dos 200 metros e com uma prata no 4x100. Com apenas 24 anos, caminha para ser a rainha de uma nova era.

Ledecky: A natação mostrou ao Rio suas rainhas. Primeiro a americana que assombrou o mundo aos 15 anos quando ganhou ouro na prova dos 800 livres e agora sai do Brasil com as medalhas douradas nos 200, 400 e 800, e ainda abrilhantou a equipe no 4x200, deixando para trás, com folga, todas as rivais.

Hosszu: Quando o assunto é nado costas ou medley, a rainha é a húngara Katinka, vitoriosa (como sempre) nos 100m costas e nos 200 e 400 medley, levando ainda uma prata nos 200 costas. Após algumas atuações desencorajadoras nas últimas três Olimpíadas, Hosszu passou por treinamentos especiais e logo foi batizada de "dama de ferro" das piscinas, alcançando marcas espetaculares, como agora no Rio.

Mo Farah: Ele se chama Mohamed, nasceu na Somália e é atleta e mito de corrida de fundo defendendo as cores da Inglaterra. Desde 2006 vem acumulando conquistas e estabeleceu no Rio de Janeiro novas duas vitórias, nos 5.000 e 10.000 metros, como fez em Londres há quatro anos. Com isso, ele se igualou ao lendário atleta finlandês Lasse Virén, que obteve a mesma façanha em Munique 1972 e Montreal 1976. Mo Farah também fez história quando ganhou os 10.000m mesmo após sofrer uma queda durante a prova.

Basquete americano: Desde o fim da Guerra Fria, quando a União Soviética selecionava atletas profissionais e os EUA enviavam jogadores universitários aos Jogos Olímpicos, nunca mais as medalhas de ouro no basquete deixaram de ficar penduradas em pescoços americanos. No Rio, mais uma vez, o domínio foi superlativo tanto com as meninas quanto com os marmanjos. Todo time de basquete americano é dos sonhos.

Vôlei do Brasil: Não será o ouro inédito do futebol masculino que devolverá ao Brasil a hegemonia de tempos idos. A final contra os jovens jogadores alemães, a maioria reserva do time sub-21, não é suficiente para sanar a crise de bola verde e amarela. Somos, em verdade o país do vôlei, o esporte em que nos tornamos superiores e que encanta cada vez mais o povo. O novo ouro do time masculino repete uma hegemonia que vem desde o fim do século passado e deverá se estender mais pelo século 21 afora.





22/08/2016
Pressão sobre Meirelles

Os talheres palacianos não foram suficientes para que o presidente Michel Temer aplacasse a pendenga do PSDB com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, alvo de críticas e pressões tucanas.

O provável efeito nulo do jantar de pacificação oferecido à cúpula dos tucanos pode, segundo especialistas do mercado financeiro, prejudicar o tão esperado ajuste fiscal no Brasil, primordial para o retorno do crescimento econômico.

Mesmo mantendo a alta credibilidade no mercado, Meirelles corre o risco de se desgastar por causa das pressões do chamado fogo amigo e comprometer sua reconhecida capacidade de tocar o equilíbrio das contas públicas.

E um Meirelles fragilizado também é ruim para o Rio Grande do Norte, já que reside nele todas as esperanças da liberação do empréstimo há muito tempo aprovado e que é fundamental para a implementação de obras e atração de investimentos pelo governo Robinson Faria.







21/08/2016
Simples assim

Alienado é aquele que não percebe ou não aceita o cotidiano das nações como um fato consequente da vida política.





21/08/2016
Prefeito escapa hoje

Termina neste domingo o prazo para que algum partido, agente político ou mesmo um cidadão comum (pode ser ação popular) questione a Justiça Estadual sobre a suspensão do processo contra o prefeito Carlos Eduardo (PDT), cujas contas foram reprovadas pela Câmara Municipal de Natal.

Em tempo: Recentemente, o Superior Tribunal Federal sentenciou que os processos de cassação de prefeitos por suposta improbidade só podem ser executados pelo legislativo municipal e não pelos tribunais de contas ou Ministério Público.





19/08/2016
O sumiço do broche

Enquanto aguarda ansioso o afastamento definitivo de Dilma Rousseff, o presidente Michel Temer segue sofrendo pressão política e até ensaios de sabotagem, como ocorreu com o broche de ouro com 21 brilhantes que ornamenta a faixa presidencial.

Depois de ter sumido e provocado uma investigação da Polícia Federal, que chegou a interditar o gabinete do chefe do Cerimonial, o luxuoso objeto foi encontrado todo cheio de poeira debaixo de um armário na sede do governo.

A PF colheu as digitais de todo mundo, até do próprio faxineiro que achou a jóia quando varria o local. Os comentários em Brasília são de que o broche foi colocado ali por quem roubou, assustado com a sindicância, ou foi safadeza de algum vassalo da ex-presidente petista.





19/08/2016
AL concede título ao juiz Ivan Lira Carvalho

O juiz federal Ivan Lira de Carvalho é o mais novo cidadão norte-rio-grandense. A honraria foi entregue na manhã desta sexta-feira (19), durante sessão solene com o plenário e galerias da Assembleia Legislativa lotados. Autoridades políticas e do meio judiciário prestigiaram a homenagem. O deputado Hermano Morais (PMDB) foi o autor da proposição e destacou a contribuição de Ivan Lira numa vida dedicada ao Direito.

 

O presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB) destacou as qualidades do juiz Ivan Lira: "O homenageado é um cidadão do mundo, profícuo fazedor de laços locais, querido e respeitado no seu meio profissional, como professor universitário, homem de família, religioso e é um amigo que cultiva a amizade com excelência. O amor e entrega ao trabalho, aos amigos, as pequenas coisas do dia-a-dia ficaram claras no discurso do homenageado à terra que lhe acolhe como cidadão", ressaltou Ezequiel Ferreira, ao saudar o novo cidadão norte-rio-grandense e informar da publicação do discurso proferido na sessão solene para que as futuras gerações possam ler e tirar ensinamentos de um apaixonado pelo que faz.

 

Hermano Morais destacou: "Ivan Lira tem uma vida marcada pela dedicação à família, aos amigos e ao Direito. Seja na academia ou no ofício do magistrado, conquistou a admiração e inspirou toda uma geração de aprendizes e profissionais". O parlamentar ressaltou que o homenageado edificou a sua trajetória em muitos anos de aperfeiçoamento.

 

Natural de Alagoa Grande, no vizinho Estado da Paraíba, Ivan Lira passou a infância e adolescência em Cuité e chegou ao RN para concluir os estudos secundários no Colégio Atheneu. Cursou Direito na UFRN, concluindo em 1980 e em seguida se especializando em Direito do Trabalho, Direito Civil e Direito Penal. Exerceu as funções públicas de promotor de justiça, juiz substituto, juiz federal, diretor do foro, juiz do TRE, desembargador federal, professor universitário, entre outras.

HOMENAGEADO

Em seu pronunciamento, o juiz Ivan Lira historiou de forma poética e emocionada os lugares em que morou por força de sua atividade profissional. Afirmou que ambos os Estados, Paraíba e Rio Grande do Norte, lhe dão cidadania de origem e de adoção. Enalteceu as características e a cultura local de cada município. "Sou muito agradecido a Assembleia. Em especial ao deputado Hermano Morais. Se algum mérito os senhores viram na minha pessoa, decerto decorre da minha tentativa de acertar, da minha insistência em servir, da tentativa de não decepcionar aos que confiam na minha tarefa", afirmou o juiz. Ivan Lira fez um agradecimento aos colegas e auxiliares e especialmente à sua família. "Sou agora, em repetição parafraseada, potiguar por afeto e por decreto e continuo sendo por isso mesmo, feliz".





17/08/2016
Povo indiferente em Natal

De acordo com a mais recente pesquisa eleitoral do instituto Consult, o jogo sucessório em Natal está mais do que zerado e aberto para todas as possibilidades, inclusive a reeleição do atual prefeito Carlos Eduardo (PDT).

O alto índice de indiferença do povo com as candidaturas, como mostra a aferição espontânea, é o retrato da ausência de confiança popular diante dos nomes lançados. Se em 45 dias a comunicação dos opositores não conseguir formar um discurso e uma imagem, o prefeito terá a si mesmo como maior adversário.





17/08/2016
Pra frente, Brasil

E as Forças Armadas estão salvando o Brasil de um fracassso maior nas Olimpíadas do Rio de Janeiro. Com o ouro inédito no boxe ontem, com o sargento Robson Conceição, agora são 9 medalhas oriundas dos quartéis entre as 11 já conquistadas pelos atletas brasileiros.





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