BLOG DO ALEX MEDEIROS

07/02/2017
Adécio comenta parque eólico de Santo Agostinho

O Rio Grande do Norte vai ganhar mais um complexo eólico. Dessa vez os beneficiados serão os municípios de Lajes e Pedro Avelino com a implantação do Parque Eólico Santo Agostinho. O comentário foi feito pelo deputado estadual José Adécio (DEM), durante pronunciamento na sessão plenária da Assembleia Legislativa, nesta terça-feira (7).

"A implantação é resultado de um estudo de três anos feito pela empresa que é referência nacional e vai beneficiar 12 mil hectares, além de gerar emprego na região e aumentar a arrecadação de ICMS para o município", disse José Adécio.

O deputado citou a atuação da prefeita da região, Neide Suely e do presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), Benes Leocádio, que reconheceram e tiveram visão diante do potencial da região.

José Adécio falou ainda sobre o consumo de energia no país e ressaltou que o balanço energético de 2015 revelou um crescimento de 3,8% no Brasil. "A energia é parte fundamental de qualquer investimento e contribui para o crescimento e desenvolvimento de um país".





07/02/2017
História íntima de uma capa explosiva

A capa do semanário alemão Der Spiegel com uma caricatura de Donald Trump eufórico, levantando a cabeça da Estátua da Liberdade decapitada, uma polêmica maneira de se referir às suas ideias nacionalistas e contrárias à imigração, tem por trás a história íntima de um refugiado cubano. O autor, Edel Rodríguez, de 45 anos, chegou aos EUA com oito, a bordo de um barco durante o êxodo de Mariel, em 1980, que levou 125.000 habitantes da ilha ao país vizinho.

"Esta é uma nação de imigrantes. É uma ideia muito importante para mim, e Trump quer decapitar essa ideia", diz o ilustrador por telefone de Nova York. Seu desenho provocador, explica, traça um paralelismo satírico entre as decapitações do Estado Islâmico e o "extremismo" do novo chefe da Casa Branca.

Ele diz que o alvoroço causado pela capa o deixou "um pouco" chocado. "Isso me fez pensar que muita gente não tem capacidade de compreender as imagens como forma de comunicação. Esse desenho é um conceito. A estátua não é uma pessoa, é uma estátua. Não tem sangue, é feita de ferro. É uma ideia, senhores, entendam a arte", afirma.

A Der Spiegel recebeu várias críticas, desde os que encararam a capa como uma falta de respeito às vítimas do Estado Islâmico até os que argumentaram que a capa retroalimenta a dinâmica de crispação que o próprio Trump busca em sua hábil hibridação de poder e espetáculo. O editor da publicação, Klaus Brinkbäumer, afirmou que o objetivo da capa é "defender a democracia (...) em tempos difíceis".

Rodríguez conta que os comentários mais duros que recebeu vieram de cubanos de Miami, onde viveu até ir estudar em Nova York. "Dizem que sou comunista e que deveria ter me afogado no mar. Mas ninguém é mais anticomunista do que eu! Por isso, fico afetado ao ver famílias muçulmanas divididas pelas decisões de Trump, porque me lembro de quando era criança e era Fidel Castro que dividia os cubanos.

Na minha mente, isso era algo que se fazia em Cuba, não nos EUA. Não pode acontecer aqui. Estamos chegando a um ponto em que os muçulmanos são tratados como se não fossem nada".

Seu país de origem é um dos assuntos que mais abordou em seus desenhos para revistas. Apesar de ser contrário ao regime cubano, a Casa de las Américas, uma reputada instituição oficial, dedicou-lhe uma exposição entre o fim de 2014 e início de 2015, em Havana, exibindo seus cartazes para festivais de teatro, óperas, filmes e capas de livros, jornais e revistas.

Seu desejo é "ilustrar um dia uma capa sobre a chegada da democracia a Cuba desenhando José Martí, o símbolo do meu país, um homem honrado". Entre suas influências artísticas, Edel Rodríguez cita a rica tradição dos cartazes cubanos e pintores como Pablo Picasso, Henri Matisse e Joan Miró, assim como as capas concebidas pelo lendário desenhista George Lois para a revista Esquire, nos anos sessenta, "como a de Muhammad Ali amarrado com flechas, a de Warhol dentro de uma lata de Campbell's ou a de Nixon sendo maquiado".

Trabalha num livro ilustrado sobre sua infância e sua saída de Cuba, que prevê intitular Gusano (Verme) - termo usado durante décadas pelos castristas para designar os exilados.

Em seu país de acolhida, no entanto, o centro de seus objetivos é Trump, que não parou de caricaturar nos últimos tempos. Em novembro, a Der Spiegelpublicou outra ilustração dele na capa em que a cabeça do então candidato se dirigia à Terra a toda velocidade com a boca aberta, como um meteorito perturbado em aceleração.

Em outubro, a Time dedicou uma capa ao magnata com outro desenho de Rodríguez, no qual sua cabeça derretia sob a manchete Total Meltdown (Fusão Total). Em sua página no Facebookpublicou outros desenhos mordazes sobre o presidente. Num deles, intitulado Terrorismo Doméstico, Trump carrega um lançador de granadas que em vez de um cano tem a extremidade em forma de ponta de caneta-tinteiro, como aquelas usadas para assinar ordens executivas. Em outro, aparece jurando o cargo com a cabeça coberta pelo capuz cônico da Ku Klux Klan.

Em 29 de janeiro, depois da divulgação do veto migratório do presidente a imigrantes e refugiados de sete países de maioria muçulmana, postou uma fotografia em que aparece com os pais e a irmã a bordo do barco durante a viagem que os levou aos EUA.

Escreveu em inglês: "Vetar refugiados políticos ou religiosos é desumano. A América não é isso. Luta e resiste".

Para a última encomenda da Der Spiegel, propôs outras opções que foram descartadas, como a águia do escudo dos Estados Unidos com flechas cravadas nos pés e com a já icônica cabeça loira de Trump - sua recorrente fonte de inspiração - enxertada ou "uma Casa Branca bem pequena com uma bandeira bem grande saindo por cima como um retrato dele como um ditador".

A revista se interessou por outra ilustração que não tinha vendido, a do presidente com a cabeça da Estátua da Liberdade na mão, pingando sangue. No original, a caricatura de Trump usava uma túnica negra como a dos carrascos do Estado Islâmico. "Em vez disso, colocamos terno nele". Pronto para a impressão e internet.





02/02/2017
A mensagem anual de Robinson na AL

Os deputados da 61ª Legislatura repercutiram nesta quinta-feira (2) a leitura da mensagem anual do Executivo Estadual pelo governador Robinson Faria (PSD), em solenidade na Assembleia, que marcou o retorno dos trabalhos legislativos. Lideranças parlamentares comentaram as ações anunciadas pelo Governo do Estado para 2017 e falaram sobre a expectativa para o ano no Poder Legislativo.

Presidente da Casa Legislativa, o deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB) enalteceu o enfoque governamental no enfrentamento da crise prisional, investimentos em Segurança Pública, Saúde, Ação Social, Turismo e o combate permanente aos efeitos da seca - que chega ao sexto ano consecutivo.

Para o líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Dison Lisboa (PSD), a mensagem do Executivo foi realista e clara quanto aos desafios do Estado. "O Governo vem enfrentando as dificuldades com altivez, trabalho de equipe e planejamento. Um dado relevante são os R$ 110 milhões investidos em segurança", comentou. Na ocasião, o deputado também falou sobre a sua expectativa para o ano legislativo. "A Assembleia vem trabalhando muito e batendo recordes em produção legislativa. Vamos continuar ajudando o Estado com a colaboração dos 24 deputados", concluiu.

O deputado Galeno Torquato (PSD) compartilha da mesma opinião. Durante a solenidade o parlamentar enalteceu a mensagem governamental. "O governador Robinson foi muito transparente ao destacar as ações realizadas no ano passado e as previstas para esse ano. É um Governo que pensa o presente e o futuro do Estado, sobretudo diante dos desafios enfrentados", disse Galeno defendendo a união entre os Poderes e órgãos autônomos em favor do Rio Grande do Norte.

Os representantes da oposição ao Governo na Casa Legislativa também comentaram a mensagem do Executivo e questionaram a atual administração estadual. "O discurso do governador não é condizente com a realidade do RN. Para 2017, espero que a Assembleia seja mais forte na fiscalização ao Governo do Estado. A Casa não pode ser conivente com esse desastre administrativo", declarou o deputado Kelps Lima (Solidariedade), que teve a opinião acompanhada pelo deputado Raimundo Fernandes (PSDB).

Líder da minoria na Assembleia, o deputado Getúlio Rego (DEM) defendeu união na Casa para a superação dos desafios. "Precisamos nos unir para buscarmos alternativas que possam minimizar os efeitos das crises na Segurança Pública e na Saúde junto à população. É um momento de convergência na tentativa de melhorar a qualidade de vida das pessoas", falou Getúlio.





09/01/2017
Meryl Streep absoluta

As lindas estrelas estavam todas lá, no The Beverly Hilton Hotel, em Los Angeles, na entrega do 74º Golden Globes que premia os melhores do cinema e TV a partir dos votos da imprensa estrangeira que cobre Hollywood.

Mas, o mais bonito da noite foi a premiação especial a Meryl Streep, a maior estrela de todos os tempos na história da sétima arte. E mais belo ainda seu discurso após ser homenageada pela colega Viola Davis, uma das ganhadoras da noite. Streep recebeu a estatueta especial do Cecil B. DeMille Award pelo conjunto da obra.

Nas críticas contra a intolerância, recados diretos ao novo presidente dos EUA, Donald Trump, e até uma cutucada no mais recente mau gosto que entrou na cena americana travestido de esporte: o ridículo e sanguinolento UFC.

Seguem abaixo trechos do discurso da maior diva do cinema:

"Eu amo todos vocês. Vocês têm que me perdoar, eu perdi minha voz em gritar e lamentar neste fim de semana e eu perdi a cabeça algum dia no início deste ano, então eu tenho que ler.

Obrigado, imprensa estrangeira de Hollywood. Só para entender o que Hugh Laurie disse, você e todos nós nesta sala realmente pertencemos aos segmentos mais vilipendiados da sociedade americana neste momento. Pensem nisso: Hollywood, os estrangeiros e a imprensa.

Mas quem somos nós e, você sabe, o que é Hollywood, afinal? É apenas um bando de pessoas de outros lugares. Eu nasci e cresci e nas escolas públicas de Nova Jersey, Viola Davis nasceu em uma cabana na Carolina do Sul. Sarah Paulson nasceu na Flórida, criada por uma mãe solteira no Brooklyn. Sarah Jessica Parker foi uma das sete ou oito crianças de Ohio, Amy Adams nasceu em Vicenza, Veneto, Itália e Natalie Portman nasceu em Jerusalém.

Onde estão suas certidões de nascimento?

E a bela Ruth Negga nasceu em Addis Abeba, na Etiópia, criada em Lon, na Irlanda, acredito, e ela está aqui nomeada para interpretar uma garota de pequena cidade da Virgínia. Ryan Gosling, como todas as pessoas mais bonitas, é canadense. E Dev Patel nasceu no Quênia, cresceu em Londres e está aqui interpretando um indiano criado na Tasmânia.

Então Hollywood está rastejando com estranhos e estrangeiros e se nós chutá-los todos para fora, vocês não terão nada para assistir, somente o futebol e o MMA misturados, que nem são artes.

Eles me deram três segundos para dizer isso, então. O único trabalho de um ator é entrar na vida de pessoas que são diferentes de nós e deixar você sentir o que se sente. E houve muitos, muitos, muitos desempenhos poderosos este ano que fizeram exatamente aquele trabalho de compaixão.

Mas houve um desempenho este ano que me atordoou. Ele afundou seus ganchos no meu coração, não porque era bom - não há nada de bom nisso. Mas foi eficaz e fez o seu trabalho. Ele fez seu público pretendido rir e mostrar os dentes.

Foi nesse momento em que a pessoa que pedia para sentar no mais respeitado assento em nosso país imitava um repórter incapacitado, alguém que ele superou em privilégio e poder e a capacidade de lutar. Ele quebrou meu coração quando eu vi e eu ainda não consigo tirar da cabeça porque não estava em um filme. Era a vida real.

E este instinto de humilhar, de fazer bullying, quando é modelado por alguém na plataforma pública, por alguém poderoso, ele filtra para baixo na vida de todos, porque dá permissão para que outras pessoas façam a mesma coisa.

Desrespeito convida desrespeito. A violência incita à violência. Quando os poderosos usam sua posição para intimidar os outros, todos nós perdemos. OK, continue com essa coisa. OK, isso me traz para a imprensa. Precisamos da imprensa de princípios para manter o poder de mostrar, para chamá-los no tapete para cada indignação.

É por isso que nossos fundadores consagraram a imprensa e suas liberdades em nossa constituição. Por isso, só peço à famosa imprensa estrangeira de Hollywood, bem como a todos nós de nossa comunidade, que se juntem a mim para apoiar o Comitê para a Proteção dos Jornalistas, porque precisaremos deles para o futuro e precisarão de nós para salvaguardar a verdade.

Só mais uma coisa. Certa vez, quando eu estava de pé em torno do set um dia, lamentando algo, estávamos indo para o trabalho durante o jantar ou as longas horas ou o que quer que, Tommy Lee Jones me disse: "Não é um privilégio, Meryl, apenas para ser um ator? "Sim, é. E temos de nos lembrar do privilégio e da responsabilidade do ato de empatia. Devemos estar muito orgulhosos do trabalho que Hollywood honra aqui esta noite,

Como minha amiga Carrie Fisher, a querida princesa Léia, me disse uma vez: "Tome seu coração partido e o transforme em arte."

Obrigado, Imprensa Estrangeira".





04/01/2017
Parece piada, mas não é

O negócio foi feito e não apareceu um economista para fazer a análise de mais um prejuízo na Petrobras.
O Complexo Petroquímico de Suape, em Pernambuco, foi vendido para a empresa mexicana Alpexo por R$ 1,3 bilhão. O leitor deve se impressionar com as cifras, e ainda mais se for informado de que foram gastos R$ 11 bilhões na tentativa de salvar a obra.

Construído em 2006 no governo Lula, quando Dilma Rousseff era a ministra da Casa Civil e Paulo Roberto Costa era diretor da Petrobras (ele é um dos primeiros que foram presos na Lava Jato), o Complexo de Suape tem a assinatura da Construtora Odebrecht, a máfia brasileira que distribui propina em diversos países.





03/01/2017
Quem precisa de assessor?

Uma multidão compareceu aos cumprimentos de fim de ano ao governador Robinson Faria. É uma tradição do mundo político republicano, herdado das monarquias ricas e pobres desde que inventaram o dia de natal e a passagem de ano.

No meio do povo estavam mais de uma centena de cargos comissionados - dentre eles muitos jornalistas que assessoram as repartições. Talvez tenha sido o único momento desde que Robinson assumiu o governo que tais auxiliares estiveram diante do governador.

Para quem não sabe, ou nunca quis saber, um cargo comissionado é auxiliar do governador, de forma direta ou indireta assessorando um secretário de estado ou dirigente de empresas estatais e fundações. Deve fidelidade ao governo, assim como o servidor público deve ao Estado. Os ingleses chamam "dever de lealdade".

Só para ilustrar a diferença, um servidor concursado tem direito e liberdade de discordar da administração pública e do seu titular, o que não é o caso (nem o direito) do assessor num cargo em comissão. Este é, podemos dizer, um militante do governo.

Nessa lógica, é de se imaginar que o governador tem um exército considerável para atuar em sua defesa, principalmente nas batalhas da comunicação em se tratando de tantos jornalistas à sua disposição. A lógica seria essa, mas não no âmbito do governo Robinson Faria.

Em dois anos de gestão, quando o governo enfrenta (como tantos outros da Federação) uma das piores crises da história do País, o que se vê é um exército de assessores em silêncio diante dos ataques de duas dúzias de blogueiros e "fakes" de redes sociais que não dão folga ao governador, inclusive com agressões verbais no aspecto pessoal.

Enquanto a caravana dos inimigos passa por cima da imagem de Robinson, os cargos comissionados (boa parte com o salário em dia, diga-se) calam-se e ficam impassíveis, ignorando solenemente a conjuntura. Não há um só que se utilize dos seus espaços nas redes sociais para contraditar, discutir, rebater os agressores.

Pelo contrário. Aparecem diariamente, alegres e virtualmente saltitantes, exibindo sorrisos e poses em momentos de lazer ou mesmo em outros locais de trabalho fora do ambiente governamental. É fácil, hein, assumir uma assessoria dada pelo governador (ou a pedido de um aliado político) e se alienar da interação na guerra diária da administração dele.

Repito: um servidor público concursado não tem que prestar fidelidade a Robinson Faria ou a qualquer outro que esteja no posto de mandatário do governo, mas o cargo comissionado tem, é seu dever de auxiliar direto e indireto. Quem prefere a vaidade, exibindo o próprio cotidiano livre da crise, deveria repensar o que quer no e do governo.

É como eu entendo pra que serve um assessor.





03/01/2017
Lixo cultural

Em todo verão é a mesma coisa. A cada temporada, surge uma merda boiando na lama da baboseira musical brasileira. Irrompe na virada de ano, emporcalha ainda mais o reveillon da choldra e contamina o carnaval, principalmente em Salvador, a meca da breguice foliã.

A bosta da hora se chama "Deu Onda", um ritmo primário numa letra medíocre e que já conquistou a maioria ignara da republiqueta de bananas e macacos. 





02/01/2017
Feliz ano novo







07/12/2016
uma questão de interpretação

Já diz aquele ditado popular, "de cabeça de juiz e bunda de neném ninguém sabe o que vem". Hoje, muita gente ficou estarrecida com a sentença que saiu das cabeças dos ministros do Superior Tribunal Federal em relação ao caso Renan Calheiros.

Por 6 votos a 3, ficou decidido que o senador alagoano não deixará a presidência do Senado Federal, contrariando e deslegitimando a liminar do ministro Marco Aurelio que determinava o afastamento de Renan.

Como se fala no jargão jurídico, é tudo uma questão de interpretação das vossas excelências, os guardiões da Constituição. Para seis deles, o hoje réu Renan Calheiros pode permanecer na presidência do Senado, mas não pode ficar na linha sucessória da Presidência da República.

Ou seja - também posso interpretar - um criminoso pode presidir uma casa do Poder Legislativo, mas não o Palácio do Planalto. Assim (valei-me nossa senhora do corporativismo), o STF anula o segundo homem na linha da sucessão de Michel Temer e abre espaço para um homem (na verdade, uma mulher) do seu próprio plenário.

Sem Renan, quem entra na fila, atrás do deputado Rodrigo Maia, é a presidente do STF, ministra Carmem Lucia. Quem foi mesmo que disse que é preciso acabar com o tal jeitinho brasileiro? 





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