BLOG DO ALEX MEDEIROS

30/12/2017
O feminismo pop da Catalina

Ela é um fenômeno nas redes sociais e é conhecida como Catalinapordios, um neologismo untando palavras que ouvia quando menina na casa dos pais nos instantes em que quebrava padrões, subia em árvores ou interrompia conversas de adultos.

"Se eu tivesse nascido homem, me diriam 'Catalino, que legal', 'Catalino, que coragem', mas como era uma garotinha, só me diziam ‘Catalina por Deus'", diz a hoje feminista colombiana radicada no México, Catalina Ruiz Navarro.

Aos 35 anos, ela vem revolucionando aas redes com seu feminismo pop latinoamericano onde a força do discurso está nos vídeos curtos e bem humorados que exploram novas ideias e debates feministas, sem perder o foco da violência e discriminação que sofrem as mulheres.

Numa entrevista que repercutiu em jornais do México, Colômbia, Chile, Argentina e Espanha, Catalina conta como e porquê se fez feminista, e faz uma reflexão sobre as agressões machistas nas redes sociais, em que ela reage com sarcasmo e bom humor, conseguindo com isso envolver milhares de mulheres na mesma maneira de reagir.

"Há um prazer em odiar as feministas na Internet, porque pessoas como eu estão transgredindo em dobro o olhar machista nas redes. Porque quando uma mulher, uma jornalista, uma blogueira, estão postando receitas gastronômicas ou dicas de moda, ninguém trola, mas tratar de direitos e avanços femininos transgride", diz.

Catalina mescla a fina capacidade cômica com a profundida acadêmica de uma formação em antropologia e um curso rápido de filosofia, uma mistura que espanta machos menos avisados.

Disse que abdicou da vida acadêmica para usar o jornalismo como uma interação direta com as mulheres, uma forma de ter incidência e audiência no contexto feminista. É colunista semanal nos jornais El Espectador e El Heraldo (Colômbia), Vice (México) e Univision (EUA). Em janeiro lançará uma editora e uma revista digital chamada Vulcânica.

Acesse o site 
www.catalinapordios.com e procure Catalina no Twitter, Instagram e Facebook, usando o mesmo título.





30/12/2017
A bola de ouro latina

O principal diário do Uruguai, El País, divulgou ontem os três jogadores finalistas na disputa do tradicional troféu Rei das Américas.

São dois do Grêmio, Arthur e Luan; e um do Flamengo, Guerrero.

O prêmio vem sendo anunciado pelo jornal uruguaio desde 1986, substituindo o diário venezuelano El Mundo, que tocou a honraria (também chamada de Melhores do Futebol) entre 1971 e 1985.

Os maiores ganhadores do Rei das Américas são, pela ordem: Figueroa, Zico e Tévez (3 vezes), Maradona, Francescoli, Verón e Neymar (2).

O ganhador da primeira edição, em 1971, foi o gênio Tostão, maior ídolo da história do Cruzeiro. Dois anos depois, o rei Pelé foi o eleito.





30/12/2017
hai kai

Discurso pseudo estóico
esconde atrás do rincho
o vitimismo paranóico.





21/12/2017
A embaixadora da Copa da Rússia

Victoria Lopyreva é atriz, modelo, apresentadora de TV e uma das blogueiras mais populares da Rússia, com destaque em diversos veículos de comunicação da Europa.

Tem 33 anos e um currículo artístico de fazer inveja, o que levou os organizadores da Copa do Mundo de 2018 a elegê-la a embaixadora oficial do certame.

Durante as jornadas informativas do comitê organizador da Copa, a embaixadora estará presente como principal figura do cerimonial a repassar ao mundo os objetivos e metas do evento.





19/12/2017
Messi papa mais um prêmio

Enquanto a blogosfera pacheca tenta todo dia (vide os blogs esportivos do UOL e Folha) procurar motivos para cuspir ufanismo pró-Neymar e diminuir o brilho do Barcelona sem o brasileiro, mais o craque Lionel Messi mantém seu ritmo de gênio incomparável.

O argentino não pára de acumular prêmios e estabelecer novas marcas pessoais invejáveis. Ontem, recebeu mais uma vez o Troféu Pichichi de artilheiro da temporada da Espanha. E ganhou também o troféu Alfredo Di Stefano, de melhor jogador da liga.

O prêmio ao artilheiro leva o apelido de um dos maiores goleadores do futebol espanhol, Rafael Moreno Aranzadi, o "Pichichi", que atuou no Athletic Bilbao entre 1911 e 1921. Foi a quarta vez que Messi levou o troféu; ganhou também em 2010, 2012 e 2013. Quanto ao troféu Di Stefano, dispensa explicações: foi um dos 5 maiores da história, ao lado de Pelé, Cruijff, Maradona e o próprio Messi.

Enquanto isso, em Paris, o uruguaio Cavani segue sendo o protagonista do PSG. Além de artilheiro isolado, é também o mais idolatrado pela torcida do clube e pela imprensa francesa. Só não vê, quem não quer. Ou quem não lê a mídia da terra de Zidane e Platini.





16/12/2017
Hoje é dia do asteroide

Como vocês sabem, hoje é o dia da passagem de um asteróide que vai raspar nossa fronteira exosférica. A raspada, obviamente, é em escala sideral, que para as distâncias cósmicas se equivale a um ônibus da linha Rocas-Quintas em relação a um poste numa esquina de Campina Grande.
Quero aproveitar o evento espacial para lançar um desejo, depois que li notícias tratando Anitta como uma diva do rock; a eleição de melhor canção do ano para um medíocre Pablo; e a risível comparação de Renato Gaúcho com Cristiano Ronaldo.
Como não é impossível a um ônibus urbano de Natal se desviar até a Paraíba; pois basta a vontade de um motorista aliada ao combustível suficiente; peço aos guias do Universo, deuses e ETs, que desviem a porra desse asteróide diretinho pro Brasil.

 





15/12/2017
94,88% ignoram eleição pra governador

A Federação das Indústrias do RN divulgou na tarde de ontem uma pesquisa realizada pelo Instituto Consult onde foram colhidas opiniões sobre os governos federal, estadual e municipal e sobre as eleições do próximo ano.

Assim que os números caíram na rede internética, blogs de todas as cores e tendências danaram-se a fazer suas leituras, conforme o gosto do freguês, por assim dizer. Os dados preferidos para as manchetes são os da aferição para governador.

O que ninguém disse, mas eu vou logo dizendo, é que exatamente nesse ponto a pesquisa revela o fantástico nível de rejeição do eleitorado para com a classe política como um todo. O povo ignora solenemente a eleição de 2018.

Na pergunta não estimulada (quando o pesquisador não influencia o entrevistado apresentando nomes), que é a que melhor exprime um resultado real, a maioria esmagadora, 66, 82%, afirmam não saber em quem votar pra governador, enquanto 28,06% diz não votar em ninguém. A soma disso é uma porrada na cara dos partidos e políticos, 94,88%.

Nos poucos que arriscaram dizer um nome, nenhum dos citados atingiram sequer 2%. Apenas três pré-candidatos chegaram na casa de 1%, Fátima Bezerra (PT), Robinson Faria (PSD) e Carlos Eduardo (PDT). Um dado que provocou piadas nas redes sociais foi a aparição do senador gaúcho Paulo Paim como candidato a governar o RN.

Mas se servir de consolo para os interessados locais, essa enorme indiferença popular não é fenômeno apenas no RN, é tendência nacional. Mesmo sendo cedo ainda, as pesquisas por todo o País apontam que o eleitor rejeita radicalmente o processo eleitoral com a presença da velha política que lançou o Brasil na crise sem precedentes.





13/12/2017
Crescem vendas das calcinhas brancas

A marca Duloren divulgou resultado de uma pesquisa que aponta um aumento de 25% nas compras de calcinhas brancas nos últimos dias em relação a todo o resto do ano. Tradicionalmente, a cor branca é favorita nas festas de reveillon.

Segundo a tradição, a cor significa paz, e por isso a Duloren acredita que as vendas são decorrências do aumento da violência nas cidades. Em anos anteriores a cor favorita vinha sendo a amarela, que significa dinheiro e que agora está em segundo lugar.

Sinceramente, não creio nessa conversa de paz. Quem bota uma calcinha branca, como a da foto, com todos os seus significados no estudo da libido humana, está querendo é ir pra guerra.





13/12/2017
Venezuela fica ainda mais triste

A ditadura comunista venezuelana é um fato tão sem graça que o país veste luto hoje com a notícia da morte do comediante Nelson Paredes, um dos mais populares na terra das misses. Era da escola do americano Jerry Lewis.





13/12/2017
Assembleia lança sua Revista Anual

Transparência e prestação de contas em matérias especiais. Esse é o objetivo da Revista Anual da Assembleia, lançada nesta terça-feira (12) durante a sessão solene de entrega de medalhas do Mérito Legislativo, Educacional, Social e Cultural. A publicação anual é produzida pelos repórteres, fotógrafos e publicitários que compõe as Coordenadorias de Comunicação Social e Imprensa e Divulgação e reúne os principais acontecimentos da Sessão Legislativa e presta contas do trabalho dos deputados estaduais, com destaque para as ações que aproximam a Casa da sociedade.

O lançamento aconteceu durante a solenidade da entrega das medalhas do "A Revista da Assembleia promove um encontro entre os cidadãos e o legislativo estadual, entre a sociedade e a atuação parlamentar. Ao explorar as matérias, os leitores vão descobrir alguns dos principais objetivos que movem a Casa: estar próxima ao povo e concentrar olhares para os problemas reais que a população enfrenta", destacou o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

A edição deste ano traz alguns diferenciais. Um deles é a própria capa, produzida a partir de uma imagem feita pelo fotógrafo Ney Douglas e ilustração da artista plástica e radialista Rita Machado, ambos servidores da Assembleia, e que retrata a aproximação entre a Casa e a sociedade. Com esse mesmo víeis grande parte das matérias trazem as ações realizadas pelo Legislativo que interiorizam o seu trabalho, a exemplo do programa Assembleia & Você.

Outras matérias destacam nas páginas da Revista da Assembleia capítulos importantes da história potiguar, como o pioneirismo das mulheres da vida pública, a origem dos símbolos oficiais do Estado e um pouco da biografia dos patronos da Casa, ou seja: dos homens e mulheres que emprestaram seus nomes para espaços e setores do legislativo potiguar.

Os números do Planejamento Estratégico da gestão e a atuação do legislativo em favor de causas sociais, a exemplo da campanha para doação de órgãos, foram transformados em textos leves e de fácil compreensão.
Com 55 páginas, a distribuição da Revista Anual da Assembleia é gratuita.





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