BLOG DO ALEX MEDEIROS

02/09/2016
Julia Dalavia na VIP

A menina nem começou direito a namorar e já foi provocar calafrios na marmanjada num ensaio sensual nas páginas da revista VIP, com direito à destaque na capa da publicação da Abril.

Depois de interpretar a jovem Teresa (personagem de Camila Pitanga na novela Velho Chico), ela agora está arrasando com suas curvas e veneno na minissérie "Justiça", onde faz o papel da prostituta Mayara.

Aos 18 anos, Julia Dalavia estreia na exibição da bela anatomia, fotograda no cenário de um apartamento no luxuoso bairro paulistano do Morumbi. Falou que o clima doméstico do ensaio a deixou ao natural e se sentiu mulher.

Nas cenas de nudez da minissérie, ela revelou que usa um tapa-sexo, que a deixa mais confortável. Sua atuação, apesar de muito jovem, é o oposto do que fez a veterana Maitê Proença na novela das 23h, "Liberdade, Liberdade", quando usou uma atriz dublê.

Julia, que se iniciou na dramaturgia ainda criança, com participação aos 10 anos no filme "O Cavaleiro Didi e a Princesa" (de Renato Aragão), disse que começou o primeiro namoro há pouco tempo, mas preferiu não revelar o nome do felizardo. Os candidatos a mais cruel inveja agradecem.





02/09/2016
Editorial do Estadão hoje

O impeachment da presidente Dilma Rousseff será visto como o ponto final de um período iniciado com a chegada ao poder de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, em que a consciência crítica da Nação ficou anestesiada.

A partir de agora, será preciso entender como foi possível que tantos tenham se deixado enganar por um político que jamais se preocupou senão consigo mesmo, com sua imagem e com seu projeto de poder; por um demagogo que explorou de forma inescrupulosa a imensa pobreza nacional para se colocar moralmente acima das instituições republicanas; por um líder cuja aversão à democracia implodiu seu próprio partido, transformando-o em sinônimo de corrupção e de inépcia.

De alguém, enfim, cuja arrogância chegou a ponto de humilhar os brasileiros honestos, elegendo o que ele mesmo chamava de "postes" - nulidades políticas e administrativas que ele alçava aos mais altos cargos eletivos apenas para demonstrar o tamanho, e a estupidez, de seu carisma.

Muito antes de Dilma ser apeada da Presidência já estava claro o mal que o lulopetismo causou ao País. Com exceção dos que ou perderam a capacidade de pensar ou tinham alguma boquinha estatal, os cidadãos reservaram ao PT e a Lula o mais profundo desprezo e indignação.

Mas o fato é que a maioria dos brasileiros passou uma década a acreditar nas lorotas que o ex-metalúrgico contou para os eleitores daqui. Fomos acompanhados por incautos no exterior.

Raros foram os que se deram conta de seus planos para sequestrar a democracia e desmoralizar o debate político, bem ao estilo do gangsterismo sindical que ele tão bem representa. Lula construiu meticulosamente a fraude segundo a qual seu partido tinha vindo à luz para moralizar os costumes políticos e liderar uma revolução social contra a miséria no País.

Quando o ex-retirante nordestino chegou ao poder, criou-se uma atmosfera de otimismo no País. Lá estava um autêntico representante da classe trabalhadora, um político capaz de falar e entender a linguagem popular e, portanto, de interpretar as verdadeiras aspirações da gente simples. Lula alimentava a fábula de que era a encarnação do próprio povo, e sua vontade seria a vontade das massas.

O mundo estendeu um tapete vermelho para Lula. Era o homem que garantia ter encontrado a fórmula mágica para acabar com a fome no Brasil e, por que não?, no mundo: bastava, como ele mesmo dizia, ter "vontade política". Simples assim. Nem o fracasso de seu programa Fome Zero nem as óbvias limitações do Bolsa Família arranharam o mito.

Em cada viagem ao exterior, o chefão petista foi recebido como grande líder do mundo emergente, mesmo que seus grandiosos projetos fossem apenas expressão de megalomania, mesmo que os sintomas da corrupção endêmica de seu governo já estivessem suficientemente claros, mesmo diante da retórica debochada que menosprezava qualquer manifestação de oposição. Embalados pela onda de simpatia internacional, seus acólitos chegaram a lançar seu nome para o Nobel da Paz e para a Secretaria-Geral da ONU.

Nunca antes na história deste país um charlatão foi tão longe. Quando tinha influência real e podia liderar a tão desejada mudança de paradigma na política e na administração pública, preferiu os truques populistas.

Enquanto isso, seus comparsas tentavam reduzir o Congresso a um mero puxadinho do gabinete presidencial, por meio da cooptação de parlamentares, convidados a participar do assalto aos cofres de estatais. A intenção era óbvia: deixar o caminho livre para a perpetuação do PT no poder.

O processo de destruição da democracia foi interrompido por um erro de Lula: julgando-se um kingmaker, escolheu a desconhecida Dilma Rousseff para suceder-lhe na Presidência e esquentar o lugar para sua volta triunfal quatro anos depois. Pois Dilma não apenas contrariou seu criador, ao insistir em concorrer à reeleição, como o enterrou de vez, ao provar-se a maior incompetente que já passou pelo Palácio do Planalto.

Assim, embora a história já tenha reservado a Dilma um lugar de destaque por ser a responsável pela mais profunda crise econômica que este país já enfrentou, será justo lembrar dela no futuro porque, com seu fracasso retumbante, ajudou a desmascarar Lula e o PT. Eis seu grande legado, pelo qual todo brasileiro de bem será eternamente grato.





02/09/2016
Sábado de cult-brega-pop

Neste sábado acontece no bar 294, na Avenida Deodoro, o Bailão do Nem Ligue, com a banda Rojão e o DJ Tapete misturando ritmos e gostos com o melhor da mpb, do pop nordestino e do brega nacional.

A Confraria Letra & Música, que reúne profissionais liberais, intelectuais e boêmios diariamente na loja de Ary Ramalho (Rua Floriano Peixoto), dará as boas vindas a todos os que se fizerem presente. A overdose de som e resenha custa apenas R$ 20,00.





01/09/2016
Dilma segue no jogo

O Brasil é um país onde políticos e juízes fazem da Constituição um diário pessoal em que anotam, destacam e apagam, ao bel prazer, tudo aquilo que interessa, ou não, aos interesses deles próprios.

Ontem, um dia que a imprensa chamou de histórico, o impeachment de Dilma Rousseff foi mais um evento em que a Carta Magna foi rasgada diante da nação, ao vivo, num cinismo político e jurídico jamais visto.

Ontem foi o oposto do que ocorreu com Fernando Collor em 1992, tendo como única semelhança o fato de que os dois julgamentos foram prenhes de erros e de disparates constitucionais que não ocorrem em nenhum país democrático e desenvolvido.

Se a Collor, no passado, foi-lhe imposto a pena de afastamento de acordo com a letra da Lei, mesmo ele tendo renunciado antes do processo de votação começar (o que foi um erro, posto que o objeto do julgamento deixou de existir), a Dilma, no presente, deram-lhe um prêmio de consolação.

Catapultada do Palácio do Planalto, a petista deixa de ser presidente da República, por crimes de responsabilidade fiscal, mas continua livre para assumir qualquer cargo público, de guarda municipal em Belo Horizonte a prefeita de Porto Alegre, só para destacar as duas cidades em que viveu.

Com o artigo da Consituição tratado como pizza, fatiado em dois crimes distintos e com julgamentos em sabores separados, o Senado deu a Dilma - com o testemunho e aquiescência do presidente do Supremo - não uma sobrevida, mas uma nova vida política.

Ela pode, por exemplo, já ser candidata a prefeita de Porto Alegre, onde tem domicilio eleitoral, bastando para isso que o PT retire a candidatura de Raul Pont e a substitua pela da ex-presidente (a legislação eleitoral prevê tal coisa).

Ou então, se acaso Lula seja preso, ela pode ser de novo a única alternativa petista na eleição presidencial de 2018, como foi em 2014. Os políticos e autoridades fazem do Brasil a mais surreal das republiquetas latinoamericanas.





01/09/2016
Santa Cruz se destaca em ranking de eficiência

A inclusão do município da Santa Cruz entre as 30 cidades mais eficientes do País foi comemorada pelo deputado Tomba Farias (PSB) na Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (31). O ranking é uma ferramenta criada em conjunto com o instituto Datafolha durante o período eleitoral e leva em conta indicadores de saúde, educação e saneamento para calcular a eficiência da gestão.

"Este é um assunto de importância que tenho alegria em trazer para o plenário e dividir com os deputados que vibram e aplaudem quando o nosso Rio Grande do Norte se destaca no cenário nacional", afirmou o parlamentar. Tomba disse que num cenário de crise e bombardeio de notícias ruins, é recompensador ver o município do qual foi prefeito se destacar nacionalmente por sua eficiência.

Tomba afirmou ainda que os números falam por si só: o município destina 31% da sua receita com saúde. No ano de 2013, 99% das unidades de saúde contavam com equipes de Atenção Básica; em 2010 85% da população era atendida com regularidade com serviços de abastecimento de água e 84% dos moradores tinham acesso à coleta de lixo domiciliar. "Quando fui prefeito, consegui deixar Santa Cruz cem por cento saneada e pavimentada", afirmou o deputado.

Em aparte, os colegas deputados Galeno Torquato (PSD) e George Soares (PR) parabenizaram Tomba Farias pelas conquistas da gestão. Galeno lembrou o empenho de Tomba para que a cidade tenha atualmente um dos maiores potenciais no turismo religioso do interior do RN. George Soares se congratulou e lembrou que em Assu esse potencial ainda não está sendo aproveitado, porque os recursos da ordem de R$ 1 milhão destinados em emendas ainda não estão sendo efetivados para a construção do santuário da Irmã Lindalva.

RANKING - O ranking da eficiência das gestões municipais apresenta dados de 5.281 cidades, 95% do total de 5.569. Segundo a Folha, numa escala de 0 a 1 somente 25% das cidades brasileiras ultrapassam 05,50 e por isso podem ser consideradas eficientes. No topo está a cidade mineira de Cachoeira da Prata, com 3.727 habitantes e passado industrial fortes. Os municípios mais mal colocados estão no Norte, Centro-Oeste e Rio Grande do Sul.





31/08/2016
A ignorância iguala as diferenças

Num dia histórico como hoje, em que uma chefe de Estado será afastada em definitivo do poder (e da política por 8 anos) por ferir a Constituição, após ser conivente com aliados do seu partido que há mais de uma década solapa o serviço público, é urgente lubrificar as engrenagens da consciência e se colocar à margem das dicotomias que dividem a Nação.

A partir da amanhã, vamos refutar o clima de Fla x Flu na vida política nacional, na convivênvia social, manter o olhar crítico sobre PT e PSDB, PMDB e PCdoB, coxinhas e mortadelas, patrões e empregados, pobres e ricos, religiosos e agnósticos. O Brasil gigante não está representado por Bolsonaros e Lindbergs, somos maiores e mais lúcidos que eles.

É na intolerância e na cegueira ideológica, que os extremistas se assemelham. São iguais Zé de Abreu e Danilo Gentili, têm miolos parecidos Luana Piovani e Cynara Menezes, são siameses de verborragia Paulo Henrique Amorim e Diogo Mainardi. Quando colocam interesses de partido e uma posição geopolítica como ideia fixa, e se agridem mutuamente, comunistas e individualistas se tornam irmãos de uma mesma placenta de ignorância.

E eu sou, desde já, contra a ideologia de gêmeos.





31/08/2016
A faixa é fachada

Está mais fácil encontrar nos parques de Natal os mais raros tipos de pókemon do que encontrar um ciclista nos arremedos de ciclovia que a Prefeitura espalhou pelas ruas da cidade, algumas com um claro sinal de exagero politiqueiro e marketing popularesco em tempos de eleição.

As faixas pintadas a bangu, sem qualquer estudo de engenharia de tráfego, são somente uma versão oportunista dos meio-fios que a ex-prefeita Wilma de Faria pintava de branco nos tempos em que tinha a fiel assessoria da freira Marilene Dantas. Eram quilômetros de outdoors minúsculos que alimentavam a popularidade da guerreira.





29/08/2016
Educação em pauta no Parlamento Jovem

A necessidade de melhorias nas escolas, no tocante aos reparos das quadras poliesportivas, reposição de professores, serviços de saúde, entre outras melhorias, deram o tom da sessão plenária do Parlamento Jovem, que aconteceu na manhã desta segunda-feira (29).

O projeto está em sua 5ª edição e a deputada Márcia Maia (PSDB), idealizadora desta iniciativa na Assembleia Legislativa, também participou da sessão ordinária, destacando a importância dos jovens se engajarem na política para mudar os rumos de sua cidade e País.

"Quero deixar a minha palavra de estímulo e motivação para vocês, que são muito importantes para os nossos mandatos. Espero que este projeto possa chegar ao maior número possível de jovens.

Vamos continuar trabalhando em prol de políticas públicas para as mulheres, os jovens, os trabalhadores, os idosos, os portadores de deficiência. É necessário que estejamos sempre disponíveis a fiscalizar e termos mandatos propositivos", afirmou Márcia Maia.

Em seu pronunciamento, o jovem deputado Pedro Gabriel chamou a atenção para a precariedade de algumas escolas, principalmente quanto à falta de professores: "Esses jovens serão prejudicados no ano letivo e também no ENEM e sofrerão dificuldades para ingressar no mercado de trabalho", disse.

A parlamentar Luana Ribeiro fez uma sugestão para que as escolas sejam melhor equipadas com itens básicos de pronto-socorro. "Temos colegas portadores de deficiência, outros que necessitam de cuidados especiais, além dos próprios funcionários, que às vezes se acidentam e precisam de cuidados", afirmou Luana.

A necessidade de cursos profissionalizantes e técnicos a fim de qualificar os estudantes para melhor se posicionarem no mercado de trabalho foi o tema do pronunciamento da deputada Rayssa Alves de Oliveira. 

"É preciso incentivar os jovens a desejar melhores oportunidades e a se esquivarem das drogas e da criminalidade", afirmou. Atual presidente da Mesa Diretora, o jovem deputado João Ramalho fez sugestões para que o Governo do RN invista na escola de tempo integral e na educação de qualidade.





25/08/2016
Hoje tem poesia na Praça das Flores

O poeta Volonté, figura carimbada da cena cultural natalense desde os anos 1970, lançará logo mais, 18h, na Praça das Flores, em Petrópolis, o livro Furor Sobejo, reunindo poemas inéditos seus e de mais dois amigos, o francês Cura D'Ars (que já esteve com ele no livro Ganga Impura de 2014) e o colombiano Gabo Penaforte.

O livro sai pelo selo Cwningen Book e foi rodado na Off Set Gráfica, ambas as marcas responsáveis também pelo livro anterior. Assim como fez com Ganga Impura, um termo retirado de um poema de Olavo Bilac, Volonté batiza agora o novo livro com um termo de um soneto de Camões.

Por falar em Bilac, é exatamente o poeta parnasiano que de além túmulo prefacia a edição pela via espiritual da psicografia e das mãos da jornalista americana Emma Thomas, residente em Natal desde os anos 1980 quando aqui chegou com o marido que veio transferido para a Base Aérea de Parnamirim.

Furor Sobejo tem duas orelhas, escritas pelos góticos siameses Dr. Jekyll e Mr. Hyde, que fugiram do clássico literário do escocês Robert Louis Stevenson e vieram se hospedar no Sanatório da Imprensa no começo do milênio.

Mesmo antes do lançamento, o livro Furor Sobejo já se encontrava ontem entre os mais vendidos do País nas gôndolas das principais livrarias, como atesta a foto batida ontem na loja da Cultura em Brasília. Hoje cedo, a sessão do Senado atrasou porque alguns exemplares chegaram no plenário.

Furor Sobejo custa apenas R$ 20,00, mas ainda não disponível na Amazon ou Americanas. Hoje na Praça das Flores, serão apenas 300 exemplares à venda.





25/08/2016
Ezequiel nomeia Comissão de Segurança

Em ato do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), foram nomeados para compor a Comissão Especial de Segurança Pública na Casa Legislativa os deputados Hermano Morais (PMDB), Cristiane Dantas (PCdoB) e Tomba Faria (PSB), como membros titulares e Getúlio Rego (DEM), George Soares (PR) e Vivaldo Costa (PROS), como suplentes.

"A Comissão Especial tem como objetivo a elaboração de estudos e ações para o enfrentamento da crise no Sistema de Segurança Pública e Defesa Social do Estado, tendo a comissão o prazo de 30 dias para desempenhar as atribuições e conclusão dos trabalhos", explica o presidente da Assembleia que marcou para 1º de setembro, às 9h, a primeira reunião da comissão para eleição do presidente e vice-presidente da comissão.

Ezequiel Ferreira de Souza lembrou que a criação da Comissão Especial é fruto da união do trabalho dos 24 deputados estaduais que propuseram o reforço de caixa da Segurança Pública e do Sistema Carcerário via transferência de emendas impositivas.

"Os 24 deputados destinaram R$ 300 mil de emendas impositivas, totalizando R$ 7,2 milhões para investimentos emergenciais, ainda neste ano, para a Segurança Pública e Sistema Carcerário. E para o orçamento de 2017 o conjunto dos senhores deputados irão destinar R$ 5 milhões que se somarão aos R$ 20 milhões emprestados pelo Tribunal de Justiça ao governo para a construção de um novo presídio", destaca Ezequiel Ferreira, salientando que caberá a comissão promover o acompanhamento e a fiscalização da destinação destes recursos oriundos do esforços dos deputados.

Para o deputado Hermano Morais será uma honra compor a Comissão Especial que terá uma das atribuições de maior importância na Assembleia Legislativa que é fiscalizar o Poder Executivo.

"Vamos fiscalizar, sugerir ações e visitar as cadeia públicas, delegacias de polícia, o ITEP e as unidades do Corpo de Bombeiros que estão agindo nesta crise de Segurança Pública, mas que precisam de apoio e estímulo financeiro", acrescentou Hermano Morais, pontuando juntamente com o deputado Ezequiel Ferreira que a Comissão Especial irá atuar para contribuir com o Poder Executivo neste momento de Guerra contra o crime.





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