BLOG DO ALEX MEDEIROS

04/11/2016
Hamlet em debate

A Cooperativa Cultural Universitária, situada no Centro de Convivência da UFRN, promoveu hoje de manhã um debate sobre uma das maiores obras de Wiliiam Shakespeare, Hamlet.

Intitulado "Hamlet - a Espada de Dois Gumes, Shakespeare o Herói do Norte", o encontro reuniu os professores Rosanne Bezerra de Araújo, como convidada, e Carlos Eduardo Galvão Braga, que atuou como mediador.





04/11/2016
O imposto da Oi

Usuários da telefônica Oi enviaram mensagem para registrar um fato estranho nas suas faturas mensais. O valor do ICMS repassado pela companhia à Secretaria de Tributação do RN não está sendo calculado, em alguns casos (clientes enviaram cópias das faturas) do valor total da nota e sim de metade, representada por outros serviços especificos oferecidos ao usuários.

Com a palavra a Oi e o secretário de Tributação.





04/11/2016
Carestia e decoração

Ontem, os clientes do Natal Shopping foram surpreendidos com um presente antecipado do período natalino que já se iniciou no mercado. O preço do estacionamento aumentou de R$ 6,00 para R$ 8,00 e muita gente ficou fazendo conta para entender de onde a gerência do shopping foi buscar uma inflação de 34%.

Outra coisa que está chamando a atenção no Natal Shopping é a decoração natalina em completa ausência de sintonia com as imagens da festa do nascimento de Cristo. Quem concebeu o ambiente natalino deve ter bebido em alguma fonte do Serengueti, a região africana que fica na Tanzânia e no Quênia.

Fizeram uma selva com tradicionais pinheirinhos de clima frio e colocaram bichos que nunca estiveram em nenhum presépio. Há elefante, leão, girafa, tigre, gorila e até um urso pardo daqueles que habitam as florestas do Alaska e de parte da Ásia. 

Ah, tem também um caçador de borboletas que parece saído do mundo fantasioso do escritor J. R. R. Tolkien.





27/10/2016
O furacão Selena

Aos 16 anos, a adolescente Selena Forrest deixou de ser uma sobrevivente do furacão Katrina para se tornar a menina mais mimada da indústria da moda no momento.

Em apenas um ano e meio, ela saltou dos bancos escolares ginasianos para as passarelas internacionais, desfilando para grandes marcas como Louis Vuitton e Chanel.

Selena carrega nas costas uma história pessoal difícil. A jovem e sua família foram vítimas do furacão que em agosto de 2005 arrasou o estado americano da Louisiana.

A tragédia os obrigou a abandonar a casa em New Orleans e se mudarem para Los Angeles, onde seus pais reiniciaram a vida. A garota sequer lembra direito de tudo, mas ouviu com detalhes a narrativa do pai.

Dez anos depois, no começo de 2015, ela foi descoberta por um caçador de modelos quando estava comprando bebidas com seu irmão e seus primos para uma excursão à praia.

Enquanto um segurança da loja questionava seu irmão, por causa da idade do grupo, uma mulher se aproximou de Selena e perguntou se alguma vez ela tinha pensado em ser modelo.

"Foi tudo muito caótico porque a polícia estava nos dando bronca e de repente aquela mulher estava conversando comigo", disse a menina à revista New York Post. Uma semana depois já estava contratada na L.A. Models.

Com altura de 1,80m e medidas perfeitas para as referências do mundo fashion, Selena assinou em fevereiro deste ano um contrato com a agência Next Models, a mesma de Kate Upton.

Poucos dias depois estava abrindo o desfile de Proenza Schouler na Semana da Moda de Nova York. "Estava muito nervosa, mas ao mesmo tempo emocionada, sou muito tímida", disse.

Jamais havia saído dos EUA e de repente se viu entrando e saindo de aviões para desfilar em Paris, Milão, Roma, Havana e Rio de Janeiro. Seu rosto estampa capas de diversas revistas pelo mundo afora.





27/10/2016
Futuro da Ceasa em debate na AL

A situação da Central de Abastecimento do Rio Grande do Norte (Ceasa) voltou a ser ponto de discussão na Assembleia Legislativa, na tarde de ontem (26).

Por iniciativa da deputada Márcia Maia (PSDB), foi realizada uma audiência pública em que representantes do Poder Público e permissionários da Ceasa debateram sobre o futuro do órgão que emprega milhares de pessoas.

Os deputados garantiram que destinarão recursos de emendas para a obra no local e o Governo do Estado disse que cogita mudança na forma de gestão da Ceasa.

No encontro, o principal ponto debatido foi o curso das obras de drenagem e de esgotamento sanitário. Com menos de seis meses para finalizar as obras, prazo determinado em acordo entre Ceasa e Justiça, os parlamentares falaram sobre a necessidade de dar celeridade ao processo para que as datas sejam respeitadas.

"O ideal é que essa comissão de acompanhamento do processo se reúna já na próxima semana para avaliar como está o andamento do caso. Temos que correr logo para que não fique em um prazo apertado mais à frente", disse o deputado Fernando Mineiro (PT). "Temos que estar atentos a isso e acompanhar permanentemente a execução dessas obras", disse Márcia Maia, que junto ao deputado Fernando Mineiro garantiu que destinarão emendas parlamentares impositivas para o orçamento de 2017.

O fato da Ceasa permanecer em Natal também foi comemorada pelos permissionários e deputados. Márcia Maia informou que dará entrada a um pedido de Moção de Apoio à permanência da central em Natal na Assembleia Legislativa, para garantir que ela não saia do local. O presidente da Associação dos Permissionários, Raimundo Nonato, disse que todos os 4,2 mil trabalhadores da central comemoraram a permanência.

"Temos que enaltecer a atuação dos deputados, que estão ao nosso lado nessa luta que promoveram esse debate para debatermos uma quetsão tão importante para o Estado", disse Raimundo Nonato.

Quem também elogiou a iniciativa foi o representante do Sistema Fecomércio, Laumir Barreto. Para o empresário, a situação a que chegou a Ceasa, com o risco de fechamento, serviu para que a sociedade voltasse os olhos à importância que têm a central para a economia potiguar.

"Felizmente, chegou-se a um bom termo e quem ganha com isso não são só os permissionários, mas todo o estado. Podem contar com o apoio irrestrito da Fecomércio", garantiu Laumir Barreto.

Mudança

Outro assunto discutido durante a audiência foi a possibilidade de que a Ceasa passe ao controle da iniciativa privada. O diretor-presidente do órgão, Theodorico Netto, afirmou que o Governo do Estado estuda o caso, mas ainda não tem uma definição sobre como seria a mudança no controle. As dúvidas são sobre como os permissionários poderiam passar a gerir a Ceasa, se através de ONG, Organização da Sociedade Civil de Interesse público (Oscip) ou até de outra forma, sendo vendida.

Para Theodorico, a atitude poderá contribuir com a atividade comercial no setor. "A atividade comercial deve ser gerida pela iniciativa privada. É mais barata, mais eficiente e poderá prestar um serviço de melhor qualidade. É algo que ainda está em discussão", disse Theodorico Netto.

Laumir Barreto, da Fecomércio, concordou com a necessidade de mudança e gerência da Ceasa pela iniciativa privada. "Acreditamos que é uma atividade que não é privativa do estado e que, por isso, é importante que a produção fique com o comerciante, com o empreendedor", opinou.

Pelo lado dos permissionários, houve mais cautela quanto ao assunto. Raimundo Nonato afirmou que, no momento, é mais importante se concentrar nas adequações determinadas pela Justiça e que um processo para mudança de controle da Ceasa pode demorar. Contudo, Nonato disse que a Associação dos Permissionários, através de assessoria jurídica, está analisando o caso.

"A parte jurídica está analisando como isso pode ocorrer, mas reafirmo que de imediato precisamos das obras e que ela venha a ser concluída para que tenhamos tranquilidade no dia a dia", afirmou.

A deputada Márcia Maia, que presidiu a maior parte da audiência Pública, disse que ainda não analisou a questão e que é muito cedo para se ter um posicionamento firmado sobre o tema.

"Estamos acompanhando o processo para que as obras possam transcorrer normalmente e que a Ceasa siga funcionando. Ainda não sabemos ao certo quais são os planos do Governo e vamos acompanhar também", garantiu.





Veja o video:

26/10/2016
70 anos de Belchior

Coração Selvagem, clássico de 1977.





25/10/2016
O eterno capitão do tri

Nós, os meninos natalenses de 1970, jogávamos bafo com chapinhas metálicas do Álbum Olé. Eram figurinhas diferentes das demais que todos colecionavam naqueles anos, feitas de alumínio ou aço, e que dificultavam o jogo de levantá-las numa tapa.

A vitória da seleção brasileira de futebol no México lançou o país numa euforia cívica que durou mais de um mês. O que deixou a gurizada em estado de graça e catapultou as vendas de tudo aquilo que se referisse a futebol, principalmente os craques do tri.

Nos corredores do Grupo Escolar Felizardo Moura, os intervalos eram preenchidos com a sopa estatal e com a empolgação privada dos meninos em louvação a Pelé, Tostão, Rivelino, Gérson, Clodoaldo, Jairzinho, Piazza, Everaldo, Brito, Félix e Carlos Alberto.

Eram os primeiros dias de julho, no retorno das férias escolares, e eu vibrei quando a saliva na palma da mão desvirou a chapinha do capitão. A trapaça valia a pena, já que nem a alma e nem vontade eram pequenas. Só me faltava Carlos Alberto.

O capitão do tri foi um típico caso de amor de fim de festa com o povo brasileiro. A Copa se iniciara com os shows de Pelé, Jair e Tostão, mas encerrara com o gol que se perpetuaria no imaginário coletivo de uma nação. No país dos generais, nós amávamos um capitão.

Nas primeiras aulas de literatura da singela escola, a imaginação de um moleque de 11 anos inseriu Carlos Alberto na poesia de Manuel Bandeira. Já adulto, percebi que misturara dois gênios naquela ingênua demonstração de fã e torcedor.

Na folha de um "borrão" da marca Pirajá, ousei atentar contra a obra do mestre pernambucano: "Bão que Bolão / senhor capitão / é gol, é gol / no meu coração / não é de tristeza / não é de aflição / o tri é do povo / senhor capitão".

Ora, se cada um de nós tem hoje uma visão para definir a bela conquista num lance - como "a marcha de Tostão", "os canhões de Rivelino", "o furacão em Jairzinho", "os pulos do gato Félix" ou "o passeio a caráter de Clodoaldo", eu tenho duas com o capitão.

Carlos Alberto pode ter nos garantido aquela copa com dois gestos e duas ações de grande líder. Primeiro, no duelo do século XX com a Inglaterra, deu uma porrada no ponta Francis Lee, que cutucava nossas canelas e até agrediu nosso goleiro. O inglês se aquietou e sumiu do jogo.

Segundo, a apoteótica corrida em diagonal, avançando sobre a área italiana, na partida final, para mandar aquele petardo que estabeleceu a goleada de 4 x 1 e a posse definitiva da Taça Jules Rimet. Estas imagens se eternizaram com uma terceira pós-Copa: o capitão beijando o troféu.

Mas Carlos Alberto não foi apenas o capitão do tri, por mais que sua liderança e categoria tivessem sido suficientes para a FIFA ter lhe concedido o título de melhor lateral direito do século XX. Há muito mais insígnias e galões naqueles ombros de craque.

Já nos juvenis do Fluminense, ele apresentou suas armas comandando alguns títulos, e repetindo o feito na seleção brasileira juvenil. Aos 17, assumiu a posição de lateral no lugar de Jair Marinho, o titular que saiu por contusão, para se consolidar.

Destemido, vigoroso e extremamente hábil para um zagueiro, Carlos Alberto fez História no Santos de Pelé, uma máquina de gols e conquistas na década de 1960. Quando Zito deixou a equipe, adivinhem com quem ficou a braçadeira de capitão?

Por onde passou - no Botafogo, no Flamengo, no Cosmos de Nova York ou no Newport Beach da Califórnia - foi sempre um líder e o melhor lateral ou zagueiro direito das temporadas. Seu futebol vistoso e agressivo fez escola nas laterais do mundo todo.

O saudoso treinador Zezé Moreira se dizia impressionado com a capacidade de Carlos Alberto se adaptar em qualquer posição. Não por coincidência, ao encerrar a carreira, o craque se adaptou como técnico, dando títulos ao Flamengo e ao Fluminense.

Agora, meis século depois daquela alegria que tomou conta do Brasil no beijo do capitão na Taça do Mundo, e diante da notícia da sua morte, me vejo outra vez menino em Natal, jogando com os versos de Manuel Bandeira: "Bão que bolão / senhor capitão / peso mais pesado / não existe não".





21/10/2016
Saída pelo Uruguai

O filho de Lula, Luis Cláudio Lula da Silva, também conhecido como Lulinha e Luleco, pegou o rumo do Uruguai para trabalhar nas divisões de base de um time de futebol. 

Antes de faturar muito com uma pequena empresa que recebeu gordos investimentos, ele havia trabalhado no departamente de prepação física do Corinthians, clube do coração do pai.

Dizem as más línguas que Lulinha já está tratando do aluguel de uma boa casa para receber Lula. O Uruguai sempre foi uma rota de fuga dos militantes da esquerda brasileira.





20/10/2016
MG vai proibir testes em animais

Você já parou para pensar se o shampoo que você usa no cabelo ou o creme que hidrata a sua pele são produtos testados em animais? E mais! Você sabe como esses testes são realizados? Diariamente, inúmeros laboratórios no Brasil e no mundo, submetem animais a todos os tipos de ‘experimentos', ignorando o seu sofrimento.

Por qual motivo? Para ganhar com um dos negócios mais lucrativos do planeta: o mercado da beleza. Pesquisa encomendada pela HSI(Humane Society International) ao Ibope, confirmou que dois terços da população brasileira é terminantemente contra os testes realizados em animais.

A boa notícia é que Minas Gerais está prestes a seguir o exemplo dos países da União Europeia, onde desde 2009, a prática é proibida, assim como a comercialização dos produtos testados. A medida proposta pelo Projeto de Lei 2.844/15, de autoria dos deputados Fred Costa e Noraldino Júnior, foi analisada hoje, 19, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

Antes de ser votado em 1° turno no Plenário, o projeto será encaminhado para análise nas Comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, de Desenvolvimento Econômico e de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO).

O PL prevê as sanções aplicáveis às pessoas físicas ou jurídicas que, por ação ou omissão, descumprirem a proibição que se pretende estabelecer, e dispõe que o poder público poderá destinar os valores recolhidos com multas ao custeio das ações, publicações e conscientização da população sobre guarda responsável e direitos dos animais. Além de atribuir aos órgãos competentes da administração pública estadual o exercício do poder de polícia.

Fonte: Revista Encontro





20/10/2016
Falta de água preocupa Gustavo Carvalho

A seca que aflige a população do Rio Grande do Norte voltou a ser tema de pronunciamento na Assembleia Legislativa. Nesta quinta-feira (20) o deputado Gustavo Carvalho (PSDB) externou a sua preocupação com o abastecimento de água nos municípios do Alto Oeste potiguar e cobrou providências do Governo do Estado.

"Os mananciais do Estado estão se exaurindo e agora os poços tubulares também começam a secar. A preocupação com o abastecimento deixa de ser apenas com a pecuária e passa a ser também com a população dos municípios que estão vivendo esse momento de angústia. Fala-se que em 40 dias algumas regiões vão estar desabastecidas e em calamidade", disse Gustavo.

O parlamentar citou como exemplo a situação da cidade de Marcelino Vieira, no Alto Oeste. "Ontem todas as caixas d'água que atendem o município estavam secas. Não havia água em local nenhum. Hoje, a única coisa que nos abrande é a expectativa de um inverno regular em 2017, conforme divulgado pela Emparn", relatou.

Gustavo comentou ainda a destinação por parte do Governo Federal de recursos na ordem de R$ 4,5 milhões para investimento em ações hídricas no RN e sugeriu ao Executivo estadual a criação de uma comissão permanente envolvendo a Defesa Civil e o Gabinete Civil para estudar soluções emergenciais para o abastecimento de água no Estado.

"É necessária a permanente mobilização e priorização no abastecimento de água no Rio Grande do norte, sobretudo no Alto Oeste potiguar. Sei que todas as demais regiões estão sofridas, mas no Alto Oeste a situação é de calamidade completa. O Governo do Estado precisa buscar uma suplementação de recursos ou remanejamento orçamentário", concluiu Gustavo Carvalho.

O deputado Galeno Torquato (PSD), presidente da Frente Parlamentar da Água na Casa Legislativa, se somou ao pronunciamento e destacou as reuniões que participou durante a semana com o presidente da Companhia de Águas e Esgotos do RN (Caern), Marcelo Toscano, e com o secretário estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Mairton França, para reforçar a necessidade de alternativas e ações hídricas para os municípios do Alto Oeste potiguar.





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