BLOG DO ALEX MEDEIROS

06/03/2015
Um lar de l, l, l

Quarta-feira, 4, após acompanhar o futebol pelo mundo, fui folhear velhas revistas dos anos 1940/1950 em busca de reportagens e fotos da cantora Inezita Barroso, a aniversariante que chegava aos 90 anos sustentando a bandeira do cancioneiro nacional.

Sempre quando posso, assisto seu programa, Viola Minha Viola, na TV Cultura, que já tem 35 anos no ar, um feito épico para uma senhora frágil que não desiste de resgatar e manter em evidência a riqueza musical do país, como faz também Rolando Boldrin.

Inesquecível e arrepiante foi a participação de Jair Rodrigues, pouco tempo antes de morrer, prestando homenagens aos seus ídolos seresteiros, como Sílvio Caldas, Francisco Alves, Orlando Silva e aquele que considerava eterno, Agostinho dos Santos.

Achei muita coisa sobre Inezita entre as traças do meu acervo de passado, mas o melhor garimpo quem acabou me proporcionando foi Graco Medeiros, o velho mano que vive nos becos de Olinda e nas pontes do Recife. O achado veio pelo seu Facebook.

Achou simplesmente uma canção que na nossa infância era cantarolada por nossos pais e que a própria Inezita gravou nos anos 1950. A toada "Maria Júlia" é tão antiga que já caiu no domínio público e gerou versões em alguns trechos pelo Brasil afora.

Ao ouvir a música inteira, pelo YouTube, cada verso que escapava da memória remota arrepiava meu corpo inteiro, lembrando dos solfejos e cantaroladas que ecoavam pelas casas em que vivi dos 4 aos 16 anos, nos bairros Cidade Alta, Santos Reis e Quintas.

Graco lembrou que papai gostava muito da quarta estrofe, pois provocava uma relação com uma arma branca que ele mantinha desde os tempos da Segunda Guerra. Há poucos meses, minha irmã Zorilda me pediu para cuidar do velho punhal de cabo listrado.

No YouTube há a antiga gravação de Inezita, no áudio do LP, mas também há uma versão moderna que ela fez em 2013 no programa da TV, num acompanhamento espetacular de viola, violão, sanfona, baixo e pandeiro. A toada é unguento de alma.

É Graco quem ilustra a versão "Maria Júlia" de papai e mamãe: "Enquanto papai, no ritmo dele de embolador meio desentoado, ficava cantarolando trechos, completando com solfejos, mamãe cantava toda a letra, trocando São Pedro por São Migué".

Meus saudosos velhos eram chegados em música e foram determinantes no apuro musical dos filhos. Quando Gilberto Gil lançou a canção Refazenda, do LP homônimo, em 1975, papai ouviu primeiro do que eu. Adorou o quase trava-língua das rimas.

Aprendi a curtir os violeiros nas primeiras horas da manhã e no início da noite quando o rádio era ligado nos programas de música regional. Sei compor todo e qualquer tipo de poesia de cordel, algumas delas já musicadas pela turma de Babal e os 40 Galvões.

Os 90 anos de Inezita Barroso deveriam ter sido um evento de interesse nacional, por sua luta gloriosa em defesa da cultura popular. Aliás, no mesmo dia, lembra Graco, nasceu a potiguar Ademilde Fonseca e morreram Johnny Alf e Celly Campello.

Homenageando a cantora, também torcendo para que ela se restabeleça no Hospital Sírio Libanês e cultuando a memória dos meus pais que me ensinaram a gosta de música, deixo com os leitores a antiga e raríssima letra da linda toda "Maria Júlia".

- Maria Júlia / embarcou pra Seriema / coitadinha da morena / quase morreu de chorar / Ela pediu pra mim dar voto por ela / morena cor de canela / peço um beijo / ela me dá.

É lua nova / quarteirão quarto minguante / Nossa Senhora do Monte / São Pedro, menino deus / Cristo nasceu foi por obra do divino / sacristão bateu no sino / luz do sol apareceu.

São sete hora, sete noite, sete dia / são sete salão de baile / sete sala de quadria,
sete baiano, sete pandeiro ruflando / sete moça namorando / sete noite de luar.

Eu vou comprar um punhal de aço puro / pra nós dois jogar no escuro / que meu bem vem me buscar / morena linda tens sua cor de ouro / morena larga de choro / que eu nasci foi pra te amar
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03/03/2015
Mame amava Cauby

Quando Ben Jor ainda era Jorge Ben, em 1980, declarou que Cauby Peixoto era o eterno amante da Conceição, anexando ao comentário uma reflexão shakespeariana: "ser ou não ser Cauby, eis a questão". E o maestro Tom Jobim sentenciou: "Cauby é ótimo!".

Foi minha mãe quem estabeleceu na minha maneira de ver e escutar o cantor Cauby uma atemporalidade misteriosa que eu nunca compreendi direito. Não entendia como uma mulher nascida em 1922 foi tiete na juventude de um cara nascido em 1931.

Lembro-me da meninice ouvindo mamãe expressar seu culto ao seresteiro que gravou seu primeiro disco aos vinte anos, em 1951, quando nasceu o primeiro filho dela, meu mano Graco. E aí cresci sem acreditar que Cauby fosse apenas nove anos mais novo.

A cronologia sempre pareceu não operar em Cauby seguindo as regras clássicas da física, sua própria estampa tem sido ao longo das décadas como um truque de espelhos na maquiagem extravagantemente calculada, e sem a quase escatologia de Serguei.

O aniversário dos 25 anos de sucesso, por exemplo, foi marcado com um disco da Som Livre lançado 4 anos depois. Aliás, um puta álbum com canções compostas só para ele por Caetano Veloso, Chico Buarque, Roberto Carlos e Tom Jobim, entre outros.

Se fosse possível um teste de DNA na discografia do rock brasileiro, Cauby Peixoto teria definitivamente declarada a paternidade do gênero em solo nacional, quando em 1957 gravou a canção "Rock and Roll em Copacabana", composta por Miguel Gustavo.

Quando comecei a gostar de rock, no princípio dos anos 1970, via em Cauby a antítese musical dos rapazes remanescentes da Jovem Guarda e dos cabeludos das bandas britânicas. E fazia muxoxo da satisfação de minha mãe com a voz dele no rádio.

A ignorância de roqueiro iniciante nem de longe desconfiava que exatamente no ano do meu nascimento, 1959, a TIME e a LIFE, principais revistas da pátria do rock, o batizaram de "O Elvis Presley brasileiro", após sua temporada de 14 meses nos EUA.

O pesquisador Ricardo Cravo Albin diz em seu famoso dicionário da MPB que entre 1953 e 1954 Cauby já havia alcançado tamanho estrelato no rádio, ao ponto de superar um fenômeno chamado Orlando Silva. A tietagem se espalhou pelo país afora.

O assédio feminino tomou proporções que provavelmente só se viu igual no Brasil dos anos 1960 com Roberto Carlos e Ronnie Von, ídolos e rivais do momento histórico em que o rock plantado por Cauby começava a vestir tons verdes-amarelos com o iê-iê-iê.

O ano da gravação do primeiro rock tupiniquim também é consagrador para o estilo romântico de Cauby, ao gravar monstros sagrados como Noel Rosa, Ary Barroso, Mário Lago, Custódio Mesquita, Silvio Caldas, João de Barro, Dunga e Orestes Barbosa.

Atravessou a história da MPB com uma onipresença jamais vista em outro artista, interpretando de forma inigualável os maiores clássicos do samba, da bossa nova e até do tropicalismo, confirmando aquela atemporalidade que mamãe me passou sem querer.

Ouçam com ele "Chão de Estrelas", "Ronda", "Alguém me Disse", "Molambo", "Negue", "Nada Além", "Viola Enluarada", "Eu Sei que Vou te Amar", "Perfídia", "Bastidores", "Anos Dourados", "Valsinha"... Ouçam e tentem conter o arrepio.

Quem haverá de questionar a palavra do rei Roberto Carlos, que decretou 35 anos atrás?: "Para mim, o maior cantor do Brasil é Cauby Peixoto. Eu sou apenas um intérprete". Já a mim, basta a paixão da minha mãe quando jovem. Eu me lembro muito bem.





02/03/2015
Morre a amante de Fidel

Morreu aos 89 anos, em Havana, Natalia Revuelta Clews, a ex-amante de Fidel Castro com quem teve a filha Alina Fernández Revuelta. A notícia foi divulgada hoje pelo portal Café Fuerte, de Cuba. A causa da morte foi enfisema pulmonar.

A filha Alina (de preto na foto com Natalia), que mora em Miami há 21 anos depois que pediu asilo aos EUA, havia regressado à capital cubana para acompanhar o estado delicado de saúde da mãe.

A história pessoal de Naty, como era chamada, começou como militante do Partido Ortodoxo, onde se destacou para fundar o Movimento 26 de Julho. Sua relação extraconjugal com Fidel Castro ganhou repercussão mundial quando nasceu Alina.

Filha de uma família de classe média, ela casou com um respeitado cardiologista e era considerada uma das mais belas mulheres de Havana. Conheceu Fidel num comício contra o governo Fulgência Batista em 1952.

O caso amoroso com o líder dos comunistas só começou pra valer três anos depois, até que houve a separação com o exílio de Fidel no México. Ele partiu e ela ficou na ilha com o vestido cada dia mais curto, como cantou Chico Buarque. A criança nasceu em 1956.

Mesmo após romper oficialmente o caso amoroso, Natalia Revuelta nunca ficou politicamente contra o pai da sua filha. Mas Fidel jamais soube dedicar amor à Alina, que quando ganhou noção do mundo fugiu da ditadura comunista do pai.





31/01/2015
Cime no brinquedo

A boa visão de mercado dos pais tirou os dois irmãos do ambiente provinciano e empurrou-os para São Paulo, a meca financeira do país, ainda de pé no torvelinho inflacionário da era traumática com a morte de Tancredo e o improviso de Sarney.

Por mais imbuídos que estivessem de trabalhar para acumular dinheiro, os manos não tinham como evitar que o auge das suas juventudes se locupletasse no clima de ressurreição do rock nacional travestido nas canções de um movimento new wave.

No embalo do grupo Kid Abelha, o refrão de Leo Jaime gritava "ainda encontro a fórmula do amor", enquanto Kazuza, o poeta daquela geração, cantarolava "exagerado, jogado aos teus pés, eu sou mesmo exagerado, adoro um amor inventado".

Não que os irmãos não tivessem cancha econômica para se misturarem nos inferninhos paulistanos e tentarem um lero com as garotas de tênis cano alto e blusas coloridas, as pós-cocotas que circulavam entre os bares do Bexiga e as galerias do Centro Vergueiro.

Eram tempos em que o dinheiro era comido pelas traças da superinflação, em perdas tão rápidas que o valor da manhã já não era igual no almoço. Mas eles se aguentavam no bolso; o que não dava para aguentar mesmo era o liseu amoroso, a seca de sexo.

Cazuza tinha dado a dica do amor inventado, e lá foi um deles inventar o amor de cada dia, naquele instante mais imprescindível do que o pão da reza que a mãe ensinou em Natal. E a fórmula do amor, como na canção, estava disponível num sex shop qualquer.

Foi o irmão mais velho quem achou a boneca inflável. Amor e pagamento à primeira vista, o alvo do desejo represado embrulhado numa caixa, pronta para encarar o sopro e ficar ereta para os primeiros idílios de um amor com cheiro de plástico bem novinho.

No rádio do táxi, João Bosco atiçou a carência do rapaz: "ser feliz, no teu colo dormir e depois acordar, sendo o seu colorido brinquedo de papel machê". A primeira sensação em casa parecia o hit do Ultraje a Rigor, "me want to play, me love to get money".

Gostar de dinheiro e querer brincar são dois sentimentos devidamente próximos, não importando que a brincadeira seja de amor inanimado. Alguns aninhos antes de Lulu Santos afirmar, o dono da boneca entrou numas de considerar toda forma de amor.

Era amor ardente, numa temperatura perigosa para a anatomia da boneca. Parecia que os Heróis da Resistência cantavam para o, digamos, casal: "eu te imagino, eu te conserto, eu faço a cena que eu quiser, eu tiro a roupa pra você, minha maior ficção de amor".

Porém, a musa de plástico não estava bem guardada só para o prazer do dono. E eis, que num certo (ou errado) dia, o irmão mais jovem descobriu o esconderijo da estranha cunhada. Arrancou-a da caixa, meteu a boca no pito e depois as mãos nos peitos.

Percebendo os horários da ausência do outro, passou a ser presente no pequeno apartamento, lambendo os beiços para quando houvesse chance de ficar a sós com a boneca. Paixão cruel, desenfreada, ele também aprendeu a adorar um amor inventado.

Mas, as investidas não duraram muito quando o ciúme lançou sua flecha preta. Nos resíduos do amor que o caçula deixou, inadvertidamente, nas partes pudicas da amante do irmão. Erasmo Carlos cantava à época "vejo manchas, intrigas dentro do nosso astral".

Foi o fim de uma harmonia fraternal, mais uma vez a figura feminina se interpondo entre irmãos, como nos exemplos literários, cinematográficos e televisivos, citados na crônica anterior, "Uma mulher entre irmãos", publicada na edição do JH de 30 de janeiro.

O plástico da discórdia infernizou o duo familiar e a vida paulistana dos natalenses virou um dramalhão de novela, pendenga amorosa das músicas bregas de então: "perigo é ver você assim sorrindo, isso é muita tentação", dizia o pé de lã para a inflada cunhadinha.

Nas noites da TV, a voz cavernosa de Zé Ramalho ecoava em Roque Santeiro: "mistérios da meia-noite que voam longe, que você nunca, não sabe nunca, se vão se ficam, quem vai, quem foi". Foi numa noite dessas que o triângulo fez do brinquedo uma tragédia.

Durante uma discussão áspera, num puxa-puxa passional pela posse da amante cor de rosa, esta se aproveita e permite que o seu pito seja pressionado. Ao escape do ar, a boneca voa pela sala e escolhe o suicídio no abismo lá fora da janela.

Até hoje, os irmãos se entreolham às vezes com um jeito de acusação mútua pela morte da amante inesquecível. Aqueles foram anos de trabalho duro, de mulher mole e de amor inventado e extinto num piscar de olhos, no tesão de um sopro.





30/01/2015
Uma mulher entre irmos

Fosse um novelista da TV Globo o redator do livro do Gênesis, no Velho Testamento, e teríamos nos motivos do assassinato de Abel por seu irmão Caim o elemento do ciúme provocado por uma mulher, provavelmente uma meia-irmã de ambos ou uma sobrinha.

Nunca como nos anos desse terceiro milênio, as novelas globais abordaram tanto a paixão de dois irmãos por uma mesma mulher, um dos temas centrais do atual roteiro de "Alto Astral", de Daniel Ortiz, com o triângulo Thiago Lacerda, Sergio Guizé e Nathalia Dill.

A trama não é, entretanto, invenção dos dramaturgos da Globo, é fato comum na TV, no cinema e, principalmente, na literatura universal, presente em clássicos e em romances populares, de Schiller a Machado de Assis, de Daniel Defoe a Érico Veríssimo.

A extinta TV Tupi distribuiu emoção e confusão nos anos de 1974 e 1975 com uma dupla de manos disputando, no amor e na raça, o coração de uma mesma donzela. Foi em Ídolo de Pano, escrita por Teixeira Filho e estrela por Tony Ramos e Denis Carvalho.

A moça era Elaine Cristina, na pele da operária Andréa, alvo da paixão de Luciano (Ramos) e grávida na canalhice de Jean (Carvalho). O primeiro casa com ela, apesar do filho ser do outro, num final que parou o Brasil pelo tom trágico e emotivo do caso.

Quem leu os clássicos nacionais na meninice não esquece o romance "Esaú e Jacó", de Machado de Assis, onde dois irmãos que política e diametralmente são opostos (um monarquista, outro republicano), mas amam uma só mulher que acaba morrendo.

A partir dos anos 1980, a saga O Tempo e o Vento escrita pelo gaúcho Erico Veríssimo, distribuída em três livros, ganhou popularidade com as versões na TV e no cinema. O terceiro livro, "Arquipélago", há o amor cruzado de Floriano e Jango por Sílvia.

Bem antes dos nossos dois ícones literários, o poeta e filósofo alemão Friedrich Schiller abordou a temática dos irmãos em conflito por uma mulher na peça teatral "A Noiva de Messina", de 1803. Refugiada num convento, a bela Beatriz é disputada por ambos.

Nas sessões de reprises da televisão passa de vez em quando o lacrimoso e épico romance "Lendas da Paixão", com Anthony Hopkins e Brad Pitt no elenco. A jovem Susannah (Julia Ormond) divide os irmãos Samuel (Henry Thomas) e Tristan (Pitt).

E nas gôndolas das livrarias atuais sempre recheadas de aventuras juvenis, é fácil encontrar misturados livros de escritores eruditos, como Daniel Defoe, e coloquiais, como Charlotte Lamb, ambos oriundos da Inglaterra, mas em tempos distintos.

Em "Contos de Fantasmas", há um episódio chamado "Uma Estranha Experiência de Dois Irmãos", em que ambos são transportados para o passado, e lá acabam se apaixonando pela mesma mulher. Porém, um quer amor e o outro quer apenas sexo.

Com o pseudônimo Sheila Holland, um de tantos que ela usou em 63 anos de vida e tantos livros, Charlotte Lamb está em exposição com o romance "Segredos", um duelo alucinante entre os irmãos Stonor e Wolfe pelo amor de Sophia, que quer os dois.

Recentemente elevado ao panteão dos autores de best sellers, pelo sucesso de "A Menina que Roubava Livros", o australiano Makus Zuzak, 40 anos, está com um novo romance na praça, "A Garota que eu Quero", abordando o conflito fraterno-amoroso.

Na trama de Zuzak, a jovem Octavia afunda os irmãos Cameron e Rube no oceano dos seus olhos verdes. Mas, nada é mais instigante em se tratando de briga de irmãos por uma mulher do que o caso ocorrido entre Natal e São Paulo, nos agitados anos 80.

Não percam, amanhã, a crônica "Ciúme não é Brinquedo".





26/08/2014
Nos anos 1960

Flagrante dos Beatles fazendo o desafio do balde na cabeça do George Harrison.





19/05/2014
Um escuro no cinema

Apagou-se a luz de um dos grandes diretores de fotografia e iluminadores da sétima arte. Morreu aos 82 anos o novaiorquino Gordon Willis, o cara que revolucionou o jogo de luz e sombra com a iluminação da trilogia "O Poderoso Chefão", obra maior de Francis Ford Coppola, e também emprestou seu talento para oito filmes de Woody Allen, entre eles o cultuado "Manhattan", e para o clássico "Todos os Homens do Presidente", de Allan J. Pakula. Willis era filho de um maquiador da Warner Bross.





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Estreia segunda a Rádio Assembleia

O setor de comunicação da Assembleia Legislativa estreia nesta segunda-feira (6) o programa Rádio Assembleia, que será veiculado durante a programação diária da emissora que hoje é transmitida através da internet na plataforma web. Também exibirão os programas rádios de vários municípios do Rio Grande do Norte.

"A nossa gestão tem buscado dar cada vez mais transparência ao trabalho legislativo e essa é mais uma oportunidade de estarmos mais perto da sociedade através desse importante veículo de comunicação", justificou o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), que será o primeiro entrevistado do projeto.

O programa terá duração de 3 minutos e contará com a participação dos 24 deputados, que se revezarão diariamente com informações sobre seus mandatos. Com isso, a população ouvinte poderá saber um pouco mais sobre o que acontece na Casa.

Nos programas de rádio, os deputados irão apresentar os requerimentos, os projetos de lei e as leis aprovadas de sua autoria, apresentando à sociedade e prestando conta aos seus eleitores as atividades legislativas executadas na Assembleia.





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Novo livro da Diva

Dádiva. É o título do novo livro da escritora e poeta Diva Cunha, um dos grandes nomes da literatura potiguar, uma incansável estudante e professora das nossas letras, dona de uma poesia que sempre harmonizou lirismo e técnica como poucos.

Dádiva será lançado hoje, dia 7, a partir das 18h na sede da Academia Norte-Riograndense de Letras, ali na rua Mipibu, 443. Sai pelo selo da editora Una.





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