BLOG DO ALEX MEDEIROS

03/07/2019
Elvis vem breve

Os fãs e os críticos de rock se dividem sobre qual terá sido a melhor cinebiografia das que exibiram recentemente as vidas e carreiras dos icônicos artistas Fred Mercury e Elton John. Os dois filmes seguem atraindo plateias.

E enquanto todos curtem as duas obras, os fãs de outras lendas da pop music começam a indagar se seus preferidos entrarão na fila dos futuros roteiros e produções. Depois dos dois ingleses, entram na fila dois americanos.

A curiosidade cai agora sobre as figuras monárquicas de Elvis Presley e Michael Jackson, um do reinado do rock e outro do pop. E ao que parece o mito do Mississipi sairá na frente com a pergunta: quem será o próximo Elvis?

As redes sociais se agitaram depois que o cineasta australiano Baz Luhrmann (dirigiu O Grande Gatsby em 2013 e Moulin Rouge em 2001) anunciou que está preparando um biopic de Elvis Presley e já discutiu isso com Tom Hanks.

Mas, isso parece muito provável, não deverá ser Hanks a encarnar um dos personagens mais lendários da história do rock, o pioneiro branco a levar para as salas das famílias idem o suingue da insurgente música negra dos EUA.

Luhrmann também não deu qualquer sinal se optaria por uma linguagem musical nem deu pistas sobre sua preferência para o intérprete de Elvis, apesar do site The Hollywood Reporter ter publicado que já havia cinco nomes.

O quinteto já teria, inclusive, feito os testes de encarnação do cantor. Mas isso segundo o portal de notícias. Os supostos candidatos seriam Aaron Taylor-Johnson, Austin Butler, Miles Teller, Harry Styles e Ansel Elgort.

Dos cinco, o público está mais acostumado a ver Styles de microfone na mão diante das câmeras. O próprio cineasta já elogiou seus dotes físicos apropriados para qualquer papel, em sua estreia no filme Dunkirk, de 2017.

Quanto a Ansel Elgort é uma figura popular na televisão e no cinema, como cantor, dj e ator, com papeis importantes em Carrie (2013), em Divergente (2014) e no cultuado A Culpa é das Estrelas (2014), do livro de John Green.

Bom, de concreto mesmo até agora o que se tem para um filme sobre Elvis Presley é a presença de Tom Hanks, um peso pesado das telas que deverá interpretar o coronel Tom Parker, o cara que comandou Elvis até sua morte.

Que venha o filme para que a aura imortal do rei do rock se renove, para que as novas gerações conheçam o fenômeno que foi sua carreira, a incrível marca de conquistar o planeta sem jamais ter feito um único show fora do seu país.

Porque Elvis, acreditem, não morreu e um dia vai voltar.